Mato Grosso

PM prende irmãos suspeitos por homicídio e apreende arsenal de armas na zona rural de Cáceres

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Policiais militares de Cáceres prenderam dois irmãos, sendo um homem de 30 anos e uma mulher de 27 anos, suspeitos de participação no homicídio que vitimou Eder Martins Rezende, de 37 anos, na noite deste sábado (21.09), na zona rural do município. Com a dupla, a PM apreendeu 11 armas de fogo e munições de diversos calibres.

Por volta de 19h45, a equipe da Patrulha Rural foi acionada para verificar a situação de um homem que teria sido morto a tiros, em um posto de combustível do distrito de Vila Aparecida. No local, os policiais constataram a situação e encontraram Eder em óbito, alvejado com diversos disparos de arma de fogo.

Testemunhas afirmaram aos militares que o crime ocorreu após os suspeitos irem ao local e iniciarem uma discussão com a vítima. Em determinado momento, os criminosos sacaram armas de fogo e efetuaram diversos disparos contra o homem, fugindo em um veículo Pálio de cor prata.

Os militares solicitaram verificação das câmeras de vigilância do estabelecimento e visualizaram a placa do carro, sendo possível identificar e localizar o proprietário do veículo, que residia nas proximidades do local do crime.

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Com apoio da Força Tática do 6º Comando Regional, as forças policiais se deslocaram ao endereço do suspeito e o abordaram. Ao ser questionado sobre o homicídio, o suspeito confirmou a participação, afirmando que foi o motorista dos executores do crime.

O suspeito também disse aos policiais que sua irmã também estava presente com os criminosos, sendo a suspeita detida no mesmo momento. Por fim, o homem afirmou aos policiais que teria deixado os dois autores do homicídio em um sítio próximo.

As equipes militares se deslocaram ao endereço informado pelo suspeito e encontraram os dois homens, que fugiram por uma região de mata, não sendo localizados.

Em seguida, os policiais entraram em uma das casas do sítio e encontraram todo o arsenal de armas, sendo dois revólveres de calibre .38, uma pistola, espingardas, carabinas e armas adaptadas e de fabricação caseira. Também no local, dezenas de munições para todo o armamento também foram apreendidas.

Diante da situação, os dois irmãos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Delegacia de Cáceres, com todo o armamento apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

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As forças policiais seguem em diligências para capturar os outros dois suspeitos que fugiram na região de mata.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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