Mato Grosso

PM resgata adolescente mantida refém e prende homem por tortura e associação criminosa

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Equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar resgataram, nesta quinta-feira (12.09), uma adolescente, de 14 anos, vítima de tortura, sequestro e cárcere privado em uma residência localizada no bairro Altos da Serra, em Cuiabá.

As equipes prenderam em flagrante um homem, de 23 anos, por associação criminosa e tráfico de drogas. Ele também estava com um mandado de prisão em aberto, que foi cumprido pelos policiais.

De acordo com boletim de ocorrência, os policiais militares receberam informações sobre uma ocorrência de lesão corporal contra uma menor de idade e que a vítima estava impedida de sair do local.

Após a denúncia, as equipes se deslocaram até o endereço informado. Os militares flagraram um homem, com tornozeleira eletrônica, que correu para dentro da residência e foi detido em seguida.

Durante buscas no imóvel, as equipes encontraram a adolescente, que estava com diversos hematomas e escoriações por todo o corpo. Ela ressaltou que estava proibida de sair de casa e que temia por sua vida, já que o suspeito é integrante de organização criminosa.

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Em certo momento, o suspeito confessou que havia entorpecentes em um dos cômodos da casa. No local, as equipes apreenderam porções de maconha e pasta base de cocaína.

Os policiais ainda encontraram placa de uma motocicleta com origem de furto, nesta quinta, no bairro Dom Aquino. O suspeito continha um mandado de prisão em aberto. O homem e todo ilícito recolhido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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