Tribunal de Justiça de MT

Poder Judiciário de Mato Grosso

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Mais uma retirada dos resíduos produzidos pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) foi realizada por representantes da Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável (Asmats). Bags (grandes sacolas devidamente identificadas) e paletes, que ficavam no Ponto de Coleta localizado abaixo das rampas no Edifício Garagem da sede, foram recolhidos na última semana.
 
“Essa parceria com a Asmats, feita através de um Termo de Cooperação, está completando quase um ano. Com certeza, trouxe um benefício gigantesco não só para o Tribunal, proporcionando uma destinação mais adequada para alguns tipos de resíduos produzidos, mas também é um estímulo à ação dos catadores e recicladores, que estão se consolidando por meio da Associação e conquistando uma qualidade de vida melhor”, apontou a assessora de Sustentabilidade do TJMT, Elaine Alonso.
 
Ao menos uma vez por mês é realizado o carregamento das bags no caminhão da Asmats para que, então, os associados façam a destinação e reciclagem apropriadas a todo material enquadrado para esse fim, como papéis, plásticos, latas e aerossóis. Dessa vez, a maioria das sacolas foi preenchida com papelão.
 
Essa iniciativa reforça o compromisso do TJMT com a separação adequada de resíduos e o fomento à economia sustentável, beneficiando o meio ambiente, uma vez que a reciclagem evita que materiais com esse potencial sejam descartados de maneira inadequada, diminuindo a poluição e o desperdício de recursos naturais. A ação também valoriza a comunidade de catadores que, anteriormente trabalhavam em situações insalubres e, agora conseguem manter o sustento de suas famílias por meio de um trabalho digno e necessário.
 
“Esses profissionais precisam ser valorizados já que exercem um trabalho extremamente essencial e necessário. Assim como os garis, que coletam nosso lixo residencial, o serviço de reciclagem tem muita importância ao planeta. A gente deixa de extrair recursos naturais e reaproveita aquilo que já foi, de alguma forma, explorado. Promove-se economia circular e todo mundo sai ganhando. O planeta agradece”, enaltece Elaine.
 
O TJMT tem se destacado por suas ações internas voltadas à sustentabilidade. A coleta seletiva de resíduos na sede é um exemplo desse comprometimento. Magistrados (as), servidores (as) e colaboradores (as) são incentivados a separar corretamente os resíduos, contribuindo para a reciclagem e reduzindo o impacto ambiental. Nas salas, lixos com sacos plásticos azuis e pretos motivam a separação diária de rejeitos e resíduos orgânicos e recicláveis. Além disso, constantes campanhas educativas de conscientização para incentivar o engajamento de todos são adotadas.
 
Parceria Sustentável – Para a presidente da Asmats, Icleide de Jesus Basílio, essa coleta representa muito mais do que a separação de resíduos, simboliza trabalho digno e possibilidade de um futuro melhor. Isso porque antes a fonte de renda dos quase 100 associados dependia das situações insalubres e precárias no antigo lixão que funcionava a céu aberto em Cuiabá. “Essas parcerias ajudam demais no sustento das famílias de todos esses catadores. Ficamos muito felizes e agradecidos ao Tribunal de Justiça”, elogia. “Todos nós temos que cuidar do meio ambiente. Do contrário, a gente colhe as consequências da pior forma”, finaliza.
 
#Para todos verem. Esta matéria possui recursos de texto alternativos para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens. Foto 1: imagem horizontal colorida em ângulo fechado. De costas, um associado da Asmat está com camiseta verde, manuseando a bag e ao fundo aparece a placa azul da Central de resíduo – papel/papelão. Foto2: imagem colorida onde mostra caminhão sendo carregado. na foto um homem está em cima do veículo e duas mulheres pegam os materiais. Foto 3: Icleide Basílio, presidente da Asmats. Ela é uma mulher negra, de cabelos grisalho. Usa camiseta verde da Associação. 
 
Talita Ormond/Fotos: Alair Ribeiro
Núcleo de Comunicação Interna
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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