Mato Grosso

Polícia Civil apreende 1,1 tonelada de maconha em Várzea Grande

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Cerca de 1,1 toneladas de maconha foram apreendidas pela Polícia Civil, no final da tarde desta segunda-feira (02.12), em uma residência em Várzea Grande. Um casal, ele de 22 e ela de 23 anos, foram presos em flagrante por tráfico de drogas.

A maconha estava dentro de uma caixa d’água enterrada em um local de mata nos fundos da casa.

A ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) resultou também na apreensão de R$ 35 mil em dinheiro, uma camionete, drone, simulacro de arma de fogo, celulares, notebook, balanças de precisão, munição, entre outros materiais.

Durante diligências investigativas a equipe da DRE identificou um endereço no bairro Santa Isabel, em Várzea Grande, onde possivelmente havia um grande carregamento de entorpecentes.

Com base nos indícios o local passou a ser monitorado e identificado que o morador era um jovem, que em fevereiro desse ano havia sido preso por tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte ilegal de arma de fogo.

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Dando continuidade foi apurado que a droga estava em uma região de mata, aos fundos da residência, bem como o acesso era feito por uma trilha que ligava a casa até o ponto onde o carregamento estava ocultado.

Diante dos fatos foi feita a aproximação da casa cercada de muro, com um portão de entrada de veículo, outro portão aos fundos, e próximo havia uma trilha que seguia para a região de mata.

Ao fazer o percurso pela trilha a equipe chegou até um local coberto por folhas e terra mexida. Logo que iniciou-se a escavação foram encontrados vários tabletes de maconha envolvidos por fita plástica da cor marrom.

Após a retirada das peças foi encontrada uma caixa d’água, com grande capacidade de armazenamento de água, repleta de mais tabletes da mesma substância, totalizando 942 tabletes de maconha.

Em seguida foi verificado que a camionete Chevrolet S10 usada pelo suspeito estava estacionada na garagem, sendo então feito o adentramento tático no local.

O casal foi surpreendidos com vários celulares, aparelhos eletrônicos como drone e notebook, uma balança grande e outras duas menores, um simulacro de arma de fogo, maquina de cartão, munição, além da quantia de R$ 35 mil em dinheiro.

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Os dois envolvidos foram encaminhados com todo material apreendido para a DRE, onde foram interrogados e autuados em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para periciar e pesar o carregamento, totalizando mais de 1,1 toneladas de maconha.

Após a confecção dos autos, os autuados foram conduzidos para audiências de custódia, sendo apresentados e colocados à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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