Mato Grosso

Polícia Civil apreende drogas, armas e milhares de microtubos em sítio em Paranaíta

Publicado

A Polícia Civil prendeu na segunda-feira (19.1), em flagrante, um homem de 39 anos pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

A ação, realizada pela Delegacia de Paranaíta, com apoio de policiais da Delegacia de Alta Floresta, teve início após a Polícia Civil receber uma denúncia anônima informando sobre uma plantação de maconha em um sítio localizado na zona rural de Paranaíta.

Uma equipe policial foi até o local e encontrou pés de maconha cercando uma das casas do sítio e mais alguns na outra residência, onde o suspeito foi localizado.

Também foi localizado um saco com diversos eppendorfs (microtubos para acondicionar cocaína). Diante do flagrante, os policiais entraram na casa, onde também encontram duas armas e porções de maconha embaladas para venda e uma porção de substância com características cocaína.

Diante disso, o suspeito foi preso em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e encaminhado para a Delegacia de Paranaíta.

Leia mais:  Sinfra publica edital para construção de túnel no Portão do Inferno

Foram apreendidos 12 pés de maconha, oito porções da droga embaladas para venda, milhares de microtubos utilizados para acondicionar cocaína, duas armas (uma espingarda e uma garrucha), munições e uma porção de substância com características de cocaína.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Sesp promove capacitação a servidores do Sistema Socioeducativo sobre o programa Vigia Mais MT

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Servidores e empregados públicos têm até 30 de junho para realizar a Declaração de Bens e Valores

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana