Mato Grosso

Polícia Civil cumpre buscas contra facção criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Nova Xavantina

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¿A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (4.2), a Operação Fio da Meada, para o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão contra uma facção criminosa envolvida em crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Nova Xavantina.

Os mandados foram decretados pela Justiça com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Nova Xavantina, dentro de um trabalho investigativo contínuo, voltado à identificação de integrantes de facções criminosas e à desarticulação de práticas ilícitas na região.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, um dos alvos foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, enquanto outros foram conduzidos à unidade policial para apuração de condutas relacionadas ao mesmo crime.

Ao longo das buscas, foram apreendidos aparelhos celulares, documentos e outros materiais, que serão analisados e poderão contribuir de forma significativa para o avanço das investigações.

Segundo o delegado Flávio Leonardo Santana Silva, a apreensão de materiais vinculados aos membros da facção tem o objetivo de esclarecer detalhes sobre o funcionamento do grupo criminoso, a forma de atuação e a identificação de outros possíveis envolvidos.

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“Com a operação, a Polícia Civil reforça seu compromisso com o enfrentamento às facções, com foco na identificação de suspeitos, dos crimes praticados e na responsabilização de todos os envolvidos”, disse o delegado.

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil, por meio da Operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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