Mato Grosso

Polícia Civil incinera mais de 1 tonelada de supermaconha em Alto Araguaia

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A Polícia Civil de Mato Grosso realizou, nesta terça-feira (31.3), em Alto Araguaia, a incineração de mais de uma tonelada de maconha do tipo Skunk, conhecida como “supermaconha”. Ao todo, foram destruídos 1.090,424 kg de entorpecente, distribuídos em mil tabletes, evidenciando a expressiva quantidade de droga retirada de circulação.

O material ilícito havia sido apreendido no dia 28 de março de 2026, no Posto Fiscal da Secretaria de Fazenda, em Alto Araguaia, durante ação integrada da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar de Mato Grosso.

Após a abordagem a um caminhão que trafegava pela região, a droga, que era proveniente de Cuiabá com destino ao estado do Paraná, foi encontrada escondida em caixas de madeira lacradas na carroceria do veículo, em uma tentativa de dificultar a fiscalização.

A incineração, coordenada pela Delegacia de Alto Araguaia, ocorreu em uma empresa privada do município, logo após a realização de perícia técnica pela Politec, em conformidade com a legislação vigente, especialmente com a Lei de Drogas. O procedimento foi acompanhado pelo Ministério Público e pela Vigilância Sanitária, garantindo a destinação final adequada e segura do entorpecente.

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O delegado titular de Alto Araguaia, Marcos Paulo Batista de Oliveira, ressaltou que a significativa quantidade de entorpecente incinerada reforça o trabalho contínuo das forças de segurança na desarticulação de organizações criminosas.

“Ações dessa natureza são fundamentais para enfraquecer grupos criminosos e garantir maior segurança à população. A Polícia Civil seguirá atuando de forma firme e estratégica, intensificando ações repressivas e preventivas no enfrentamento ao tráfico de drogas e demais atividades ilícitas, reafirmando seu compromisso com a proteção da sociedade”, afirmou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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