Mato Grosso

Polícia Civil indicia seis envolvidos em crimes de roubo e organização criminosa em Itanhangá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Tapurah, concluiu, nesta sexta-feira (18.10), o inquérito policial que apurou crimes de roubo e organização criminosa, ocorridos no município de Itanhangá e resultando no indiciamento de seis pessoas envolvidas.

Com base nas investigações, foram expedidos cinco mandados de prisão preventiva contra os investigados. Quatro dos suspeitos já tiveram a ordem judicial cumprida e um continua procurado pela polícia.

O crime ocorreu em março deste ano, quando duas vítimas foram abordadas por criminosos armados no município de Itanhangá. Na ocasião, as vítimas chegavam em casa no seu veículo Chevrolet Cruze e foram surpreendidas por cinco ocupantes de um Ford Fiesta, dois deles, armados.

Após a abordagem, quatro criminosos desceram do Fiesta e colocaram as vítimas no banco traseiro do veículo Cruze. Dois dos assaltantes assumiram os assentos da frente do carro, enquanto os outros dois permaneceram no banco de trás com as vítimas.

Sob a escolta do Ford Fiesta, o grupo seguiu em direção ao município de Tapurah. Perto de uma lavoura no distrito de Novo Eldorado, as vítimas foram abandonadas com as mãos amarradas, enquanto os assaltantes fugiam com o veículo roubado.

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Com o desdobramento das investigações revelou-se que o Chevrolet Cruze foi utilizado pelos criminosos para a prática de um homicídio no município de Sorriso.

Conforme apurado, o roubo do veículo foi encomendado por um líder de uma organização criminosa que atua em todo o estado de Mato Grosso. O líder do grupo criminoso encontra-se atualmente preso na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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