Mato Grosso

Polícia Civil localiza depósito de entorpecentes em área de mata em Várzea Grande

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Uma grande quantidade de entorpecente que estava ocultada em uma área de mata, na região do Capão do Pequi, em Várzea Grande, foi apreendida pela Polícia Civil, no final da tarde de terça-feira (15.4), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Dentre as substâncias apreendidas estão porções de maconha, skunk (supermaconha) e pasta base de cocaína. Um traficante, de 28 anos, responsável pelo entorpecente foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

As investigações iniciaram após os policiais da Denarc receberem informações sobre um possível depósito de drogas localizado em uma área de mata, em Várzea Grande. Com base nas informações passadas, a equipe de investigação iniciou o monitoramento na região, conseguindo flagrar dois homens em movimentação suspeita, entrando com sacolas na área de mata.

Diante das evidências, os policiais interceptaram um dos suspeitos nas proximidades de uma chácara na região. Questionado pelos policiais, o homem admitiu esconder entorpecentes em uma área de mata. O segundo comparsa conseguiu fugir pelos fundos da propriedade ao notar a chegada da viatura.

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Em continuidade às diligências, os policiais adentraram a mata, onde confirmaram a veracidade dos fatos encontrando drogas em dois pontos distintos. Foram apreendidos no total 20 tabletes de maconha, seis porções grandes de skunk (supermaconha), cinco pedaços grandes de maconha, e porções grandes de pasta base e de cocaína. No local também foi apreendida uma balança de precisão.

Todo material ilícito encontrado no local foi apreendido e o suspeito conduzido à delegacia, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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