Mato Grosso

Polícia Civil prende 4 pessoas por envolvimento com o tráfico em Tapurah

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A Polícia Civil prendeu dois adultos por tráfico de drogas e apreendeu dois adolescentes por ato infracional ao mesmo crime, na noite desta quarta-feira (26.2), em Tapurah. Com os quatro, foram apreendidos cerca de 220 pinos de cocaína e outros tipos de entorpecentes.

Os dois adultos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, promover ou constituir organização criminosa e corrupção de menores. Já os dois adolescentes responderão por ato infracional análogo aos mesmos crimes.

Em diligências, os policiais civis identificaram o endereço de uma mulher, envolvida com facção criminosa e no comércio de entorpecentes na região, razão pela qual o local passou a ser monitorado.

Durante o trabalho de vigilância do imóvel, a equipe observou movimentação intensa de pessoas na casa, características de ponto de venda ilícita. Com base nas suspeitas, a equipe se aproximou da residência e conseguiu abordar os quatro suspeitos.

Ao perceber a presença dos investigadores, eles jogaram os celulares no chão na tentativa de quebrar os aparelhos. Na ocasião, o grupo estava transmitindo em tempo real uma ligação com lideranças da facção para controlar o tráfico de drogas.

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No local, foram apreendidos mais de 220 pinos de cocaína, cerca de 20 porções de pasta base de cocaína, uma balança de precisão e quase R$ 2 mil em dinheiro.

Diante dos fatos, os dois adultos e dois adolescentes foram encaminhados até a Delegacia de Tapurah, interrogados e autuados em flagrante delito e ato infracional. Após a confecção dos autos, os presos e apreendidos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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