Mato Grosso

Polícia Civil prende criminosos foragidos da Justiça em diferentes cidades de MT

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Cinco foragidos da Justiça, envolvidos em diferentes crimes, tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, entre os dias 15 e 17 de dezembro, em diferentes cidades do estado, em ações realizadas pelos policiais da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).

Os cinco presos estavam com mandados de prisão definitiva em razão de condenação por crimes de estupro de vulnerável, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e estupro. Os mandados de prisão foram cumpridos nas cidades de Rondonópolis, Alta Floresta, Diamantino e Marcelândia.

Entre os mandados de prisão cumpridos estão o de um homem, de 76 anos, condenado por estupro de vulnerável e outro de 38 anos, por tráfico de drogas, os dois presos em Rondonópolis. Em Alta Floresta, foi realizada a prisão de um homem, de 42 anos por tráfico de drogas.

Outros dois traficantes foragidos da Justiça, de 44 e de 30 anos, tiveram as ordens judiciais cumpridas nas cidades de Diamantino e Marcelândia respectivamente.

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Para localização e efetivação da prisão dos foragidos, a equipe da Gepol faz o levantamento dos dados e possível paradeiro dos procurados.

Com as informações, posteriormente é solicitado o apoio das equipes das delegacias do município, onde os alvos estão para realização da diligência e cumprimento da ordem judicial.

A delegada titular da Gepol, Sílvia Maria Pauluzi de Siqueira, destacou que a Polícia Civil segue firme no compromisso de reforçar a segurança pública e garantir a ordem, alinhada às diretrizes do Programa Tolerância Zero, implementado pelo Governo do Estado.

“Os trabalhos para localização e prisão de criminosos foragidos da Justiça seguem de forma constante e firme para garantir o cumprimento das penas e devida responsabilização pelos crimes praticados”, disse a delegada.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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