Mato Grosso

Polícia Civil prende dois homens suspeitos de envolvimento em homicídios na região garimpeira de Colniza

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Colniza, desencadeou uma ação investigativa que culminou na prisão de dois homens e na apreensão de um menor. Segundo levantado, os três teriam participação no homicídio de duas pessoas, ocorrido na região de garimpo, em Colniza.

A ação policial teve início no último domingo (1.3), quando a equipe tomou conhecimento de um sequestro seguido de morte ocorrido no Distrito do Guariba, localizado a aproximadamente 150 quilômetros da sede do município de Colniza.

O crime teria sido motivado por cobrança de dívida atribuída a uma facção criminosa atuante na região, tendo a participação de quatro suspeitos.

Diante das informações, os policiais deslocaram-se até o Distrito do Guariba para apuração dos fatos. Segundo informações levantadas no local, dois dos envolvidos estariam escondidos no Distrito do Guatá, em uma residência específica.

A equipe seguiu até o endereço indicado e realizou buscas no imóvel. No local, os policiais apreenderam diversas unidades de substâncias análogas a entorpecentes. O proprietário foi conduzido, em flagrante, por crime de tráfico de drogas.

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Segundo apuração, os suspeitos teriam fugido para Ji-Paraná (RO), mas o proprietário da residência foi localizado com drogas, incluindo maconha, cocaína e crack, e acabou preso em flagrante.

Durante novas diligências, a equipe obteve a informação de que os outros dois suspeitos permaneciam no Distrito do Guariba. A equipe retornou à localidade, onde conseguiu localizar e apreender um dos envolvidos, um adolescente de 15 anos. O quarto suspeito fugiu, mas se apresentou posteriormente à autoridade policial na cidade de Colniza, acompanhado de advogado.

Ainda no Guariba, o menor apreendido indicou o local onde o corpo da vítima havia sido ocultado, uma área rural situada cerca de 13 quilômetros do distrito. Foi feita a escavação, sendo possível a localização do cadáver. Durante as buscas na região, foi encontrado um segundo corpo, também vítima de homicídio, com indícios de possível ligação com a mesma facção criminosa.

Como resultado da ação, foram efetuadas duas prisões em flagrante, uma apreensão de adolescente, além da apreensão de entorpecentes e da localização de dois corpos.

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A Polícia Civil segue com as investigações com o intuito de localizar e prender outros envolvidos nos crimes.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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