Mato Grosso

Polícia Civil prende em Cáceres procurado por tráfico de drogas intermunicipal

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Policiais da Delegacia Especial de Fronteira (Defron) cumpriram nesta quinta-feira (08.08), em Cáceres, a prisão de um homem investigado pelo crime de tráfico de entorpecentes.

Em abril deste ano, R.C., de 37 anos, fugiu de uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal, na BR-070, no município de Poconé. Na ocasião, a PRF parou um ônibus que fazia o percurso de Vila Bela da Santíssima Trindade a Cuiabá.

Durante a entrevista com os passageiros, o suspeito disse que embarcou em Vila Bela, mas residia em Cáceres e estava indo a Cuiabá para ficar uma semana na casa de um familiar, e acabou entrando em contradição ao negar que tinha bagagem no ônibus. Contudo, os policiais checaram que havia um pacote que foi embarcado, vinculado ao bilhete de passagem do suspeito.

Os policiais rodoviários solicitaram que ele descesse do ônibus para acompanhar a busca na bagagem. Contudo, ele aproveitou o momento e fugiu em direção a uma região de mata perto do posto policial e não foi localizado.

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Na bagagem vinculada ao passageiro foram encontrados 14 tabletes de cocaína, que totalizaram 10,7kg da droga, que foi encaminhada para perícia.

A investigação foi instaurada pela Delegacia de Poconé que, a partir das informações coletadas na ocorrência, representou pela prisão preventiva do suspeito de tráfico.

Nesta quinta-feira ele foi localizado e preso por uma equipe da Defron na cidade de Cáceres, como parte da Operação Protetor das Divisas e Fronteiras.

Após a formalização da prisão, ele será encaminhado à unidade prisional do município.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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