Mato Grosso

Polícia Civil prende em flagrante homem que ateou fogo em mata perto de condomínio residencial

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A Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (19.09), um homem que provocou um incêndio urbano em uma área próxima a um condomínio residencial em Várzea Grande.

O Batalhão do Corpo de Bombeiros comunicou a delegacia especializada sobre o incêndio registrado na Avenida Chapéu do Sol, no bairro Mirante.

Um vídeo obtido pela Dema aparece um homem narrando que ateou o fogo e aos fundos a mata queimando, na manhã de quinta-feira. Pela imagens registradas, a equipe de investigação conseguiu identificar o suspeito, que foi localizado do final da tarde de ontem, em uma chácara na cidade de Várzea Grande.

Em entrevista com os policiais civis, ele confessou que fez a queimada e alegou que o mato estava muito alto e supostamente colocando sua vida em risco, pois passa pela via para pegar ônibus e se deslocar ao trabalho.

O delegado da Dema, Pablo Carneiro, destaca o perigo que a queimada expôs os moradores da região e pontua que qualquer incêndio provocado, em zona urbana ou rural, configura crime.

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O suspeito da queimada urbana foi autuado em flagrante pelo crime de incêndio urbano, previsto no Artigo 250 do Código Penal, com prisão prevista de 3 a seis anos e que não cabe fiança. Desta forma, ele foi encaminhado para audiência de custódia no Fórum da Capital.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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