Mato Grosso

Polícia Civil prende em Rondonópolis mais dois homens procurados pela Justiça

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Mais dois homens foragidos da Justiça foram presos pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (14.11), em Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá).

As prisões foram realizadas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) do município, durante ações contínuas de localização e captura de foragidos na cidade.

Na primeira ação, o procurado, de 37 anos, estava com o mandado expedido pela 4ª Vara Criminal de Rondonópolis, pelos crimes de estupro de vulnerável e abandono Intelectual.

O homem foi condenado e estava com a regressão cautelar com a pena restante de 16 anos de reclusão para cumprir em regime fechado.

O segundo preso, de 24 anos, também estava com a ordem de prisão expedida pela 4ª Vara Criminal de Rondonópolis.

O jovem vinha sendo procurado refere-se a regressão cautelar pelos crimes de corrupção de menores, desobediência, roubo e tráfico de drogas. Ele O investigado possui pena restante de 12 anos, 3 meses e 20 dias, a ser cumprida em regime fechado.

Conforme a delegada titular da DHPP de Rondonópolis, Karla Peixoto, as capturas são fruto de um trabalho investigativo minucioso, baseado em levantamento de informações, diligências contínuas e campanas realizadas pela equipe para localizar e prender indivíduos com mandados de prisão em aberto.

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“As ações integram o programa Tolerância Zero com objetivo de combater e desarticular facções criminosas e organizações envolvidas em crimes graves, reforçando a atuação conjunta das forças de segurança pública do Estado de Mato Grosso”, destacou a delegada.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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