Mato Grosso

Polícia Civil prende homem condenado a 12 anos por estupro de vulnerável em Nova Olímpia

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta sexta-feira (12.12), um mandado de prisão definitivo contra um homem de 45 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. O suspeito estava foragido desde novembro deste ano e foi localizado em sua residência no bairro Itamati, na cidade de Nova Olímpia.

O investigado atuava como motorista de transporte escolar na zona rural de Comodoro e aproveitava o contato com estudantes para cometer os abusos. Ele foi denunciado em 2019 por abusos a uma menor de 12 anos e, posteriormente, em junho de 2022, voltou a abusar de outra vítima da mesma idade, que era sua própria prima. Após investigação conduzida pela Delegacia de Comodoro, o Poder Judiciário condenou o homem a 12 anos de prisão em regime fechado, sentença já transitada em julgado (sem possibilidade de recurso).

Desde a emissão do mandado, em 28 de novembro de 2025, o condenado encontrava-se foragido. A captura foi possível graças à troca de informações entre a Delegacia de Comodoro e a Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), em Cuiabá.

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Com dados sobre a atual localização do investigado, uma equipe da Polinter realizou diligências em Nova Olímpia e efetuou a prisão por volta das 13h30.

O preso foi encaminhado à delegacia para adoção das medidas legais cabíveis e, em seguida, encaminhado ao sistema penitenciário, onde cumprirá o restante da pena de 12 anos de reclusão.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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