Mato Grosso

Polícia Civil prende homem condenado por roubar agência dos Correios em Guiratinga

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Um homem condenado pela Justiça pelo crime de roubo em uma agência dos Correios no município de Guiratinga, foi preso pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (24.2).

A prisão do procurado, de 30 anos, foi realizada pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas, em apoio à Polícia Federal, em um condomínio situado no bairro Ponte Nova, em Várzea Grande.

Durante as investigações, a Polinter foi acionada pela Polícia Federal para apoiar o cumprimento de um mandado de prisão definitiva, referente a sentença condenatória com trânsito em julgado.

Diante da ordem judicial expedida pela 1ª Vara Federal da Comarca de Rondonópolis, a equipe de policiais civis deslocaram-se até o endereço, onde, após monitoramento, efetuaram a prisão do procurado.

Em cumprimento ao mandado judicial, o homem foi conduzido e apresentado para os procedimentos cabíveis, na Superintendência da Polícia Federal, ficando à disposição do Poder Judiciário da União.

Crime praticado

No mês de novembro de 2017, quatro homens armados invadiram uma agência dos Correios da cidade de Guiratinga. O grupo rendeu as vítimas e roubaram o dinheiro que estava nos caixas.

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Durante a fuga, um dos criminosos invadiu um Posto de Saúde da Família (PSF) para tentar escapar do cerco policial e atirou várias vezes contra as viaturas. A ação criminosa causou momentos de pânico aos moradores.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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