Mato Grosso

Polícia Civil prende jovem condenado por sequestro, tráfico de drogas e organização criminosa

Publicado

Um jovem foragido da Justiça foi preso pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (11.10), no município de Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

O procurado, de 23 anos, é condenado a mais de 10 anos de reclusão pelos crimes de sequestro, tráfico de drogas e organização criminosa e teve o mandado de prisão decretado pelo juízo da 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá no início do mês de outubro.

Após constatação no sistema da ordem judicial em aberto, os policiais civis passaram a diligenciar e conseguiram localizaram o jovem no seu local de trabalho.

Em cumprimento a prisão por condenação, ele foi conduzido até a Delegacia de Porto Alegre do Norte e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Conforme o delegado Victor Donizete de Oliveira, essa prisão é resultado do esforço contínuo dos policiais civis para prender o jovem, garantir que a Justiça seja cumprida e retirar de circulação pessoas envolvidas em crimes graves.

“Mais uma ação contra o crime organizado na região, reforçando o compromisso da Polícia Civil com a segurança da população e o combate ao tráfico de drogas e outras atividades criminosas”, destacou Victor Donizete.

Leia mais:  "A parceria entre Brasil e China é altamente promissora", afirma vice-diretor do Ministério do Comércio da China

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  "Mato Grosso está entre os oito estados com a melhor educação pública do país", afirma presidente do STF em Cuiabá

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Corpo de Bombeiros resgata cachorro que ficou preso em cano de esgoto

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana