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Polícia Civil prende jovem suspeito de perseguir e ameaçar ex-namorada por não aceitar término

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Lucas do Rio Verde (330 km de Cuiabá), prendeu, nesta quarta-feira (5.3), um jovem, de 20 anos, suspeito de perseguir e ameaçar a ex-namorada por não aceitar o fim do relacionamento deles.

Segundo relato da vítima, de 37 anos, ela manteve um relacionamento com o suspeito por aproximadamente quatro meses e se separou há também quatro meses. Porém, o suspeito não aceitou o término e, desde então, passou a persegui-la.

À polícia, ela contou que o suspeito teria pedido até mesmo que quatro pessoas a denunciassem ao Conselho Tutelar, com alegações de maus-tratos e agressões aos filhos.

Além disso, ele teria provocado a demissão da vítima, pois permanecia em frente a seu emprego o dia todo e gravava vídeos dizendo que a estava esperando, mas enviava em visualização única. Até que, na última sexta-feira (28), disse que quebraria tudo no trabalho da vítima caso ela fosse trabalhar e, por medo, ela não foi, o que culminou em sua demissão.

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A mulher afirmou, ainda, que, mesmo após bloqueá-lo, o suspeito seguiu lhe enviando mensagens incessantemente, inclusive por outras pessoas, com textos que diziam que ela “não teria paz até que reatasse o relacionamento”. A vítima também teria sido ameaçada a sair de Lucas do Rio Verde, senão algo poderia ocorrer com ela.

Ela chegou a pedir ajuda da ex-sogra, que a princípio disse que não podia fazer nada, mas, segundo relato da vítima, no dia seguinte, a ameaçou que, se denunciasse o ex-namorado, acionaria uma facção criminosa para agredi-la.

Assustada, a vítima procurou a Polícia Civil e solicitou medidas protetivas de urgência, para garantir sua integridade física e psicológica, assim como a de seus filhos.

O delegado de Lucas do Rio Verde requereu um mandado de prisão preventiva, que foi deferido pela Justiça e cumprido nesta quarta-feira. O suspeito ficou à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.


As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.

A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.

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A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.

O crime

O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.


Apuração

Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.

Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.

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“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.


Partilha

O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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