A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf) prendeu em flagrante, na tarde dessa segunda-feira (21.4), três suspeitos de receptação, de 22, 31 e 33 anos, com os quais foram recuperados mais de R$ 30 mil em joias subtraídas do escritório e residência de um advogado, em Várzea Grande.
O furto ocorreu na tarde do domingo de Páscoa (20.4), quando um criminoso se aproximou do escritório de advocacia, atirou algo na cerca elétrica para arrebentá-la e fugiu. Logo depois ele retornou ao local, vestido com outra roupa, escalou a grade frontal, invadiu o imóvel, arrombou a porta e um cofre e subtraiu, entre outros pertences, mais de R$ 60 mil em joias de ouro.
Investigação
Após serem acionados, policiais da Derf iniciaram as investigações e identificaram o autor do furto, de 20 anos, que é usuário de drogas, vive em situação de rua, tem cinco registros criminais, já possui condenação por furto qualificado e estava em liberdade usando tornozeleira eletrônica, mas havia rompido o dispositivo e voltado a cometer crimes.
Em seguida, a Polícia Civil identificou os receptadores das joias, sendo dois deles a irmã do autor do furto, de 22 anos, e o marido dela, de 31 anos. Questionada, a mulher disse que não sabia onde o irmão poderia estar, pois ele vivia nas ruas e aparecia na casa dela de madrugada, deixava algumas coisas e saía novamente, sem falar para onde ia.
“Ele vive disso. Ele não trabalha. Vive furtando e roubando a casa dos outros. Não adianta falar com ele. Ele não tem mais jeito não. Ele rouba e furta a casa dos outros pra usar droga. Ele vende as coisas nas bocas de fumo. Mas eu não sei dizer onde”, disse a irmã à Polícia Civil.
Prisão
Na tarde dessa segunda-feira (21.4), policiais da Derf prenderam três receptadores das joias furtadas. Um deles, de 33 anos, conhecido do autor do furto, estava com sete anéis de ouro, avaliados em aproximadamente R$ 15 mil, pelos quais afirmou ter pagado R$ 400.
Já na casa da irmã e do cunhado do autor do furto, foram apreendidos o anel de formatura do advogado, com uma pedra de rubi e duas de diamantes, avaliados em R$ 8 mil, dois anéis, um relógio e um bracelete, além de aparelhos celulares e uma TV furtados de outra vítima no dia 15 de abril.
Os policiais realizaram buscas em diversos pontos de uso de drogas, mas não localizaram o suspeito de cometer o furto, que está com mandado de prisão preventiva decretado. As buscas continuam.
A Polícia Militar apreendeu, nesta sexta-feira (1º.5), cerca de 465 quilos de pescado ilegal e prendeu um homem de 37 anos, no bairro Ipase, em Várzea Grande. O suspeito foi abordado enquanto transportava os peixes em uma caminhonete.
De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe policial foi acionada após informações de que uma caminhonete branca poderia estar circulando clonada, com outro veículo de mesmas características identificado no município de Poxoréu.
Diante da denúncia, os policiais localizaram e abordaram o veículo. Durante a busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado com o condutor. No entanto, em revista ao veículo, foram localizadas três peças de pintado no interior da caminhonete.
Já na caçamba, os militares encontraram outras 48 peças de pintado, cinco de jaú, três de cachara, seis de corimba, uma de pacu e uma de piranha. Ao todo, foram apreendidos cerca de 465 quilos de peixes.
Após verificação veicular por meio do chassi, foi constatado que o veículo possuía placas adulteradas e registro de roubo na cidade de Poconé.
O homem foi enquadrado nas restrições previstas na Lei Estadual nº 12.197/2023, conhecida como Lei do Transporte Zero, que estabelece proibições relacionadas à captura, transporte e comercialização de pescado de piraputanga, cachara e jaú e outras 9 espécies no Estado de Mato Grosso.
A Polícia Militar de Proteção Ambiental foi acionada e acompanhou a ocorrência até a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), onde foram realizados os procedimentos de contagem, pesagem e perícia técnica do pescado.
O suspeito foi conduzido à Central de Flagrantes, para o registro da ocorrência e demais providências cabíveis. O pescado apreendido ficou sob responsabilidade da equipe do Batalhão Ambiental.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
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