Mato Grosso

Polícia Civil prende suspeitos e recupera dinheiro menos de 6 horas após o furto

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nessa segunda-feira (16.2), um casal, de 45 anos e 67 anos, suspeito de praticar furto majorado contra um comerciante da região da Estrada da Cachoeira, em Jaciara, na madrugada do mesmo dia.

Segundo a denúncia, um idoso, de 66 anos, teve sua carteira subtraída enquanto dormia em sua residência. No interior estavam documentos pessoais, cartões bancários e aproximadamente R$ 2.600 em dinheiro.

A equipe da Delegacia de Jaciara apurou que, durante a madrugada, um Fiat Strada branco foi visto estacionado nas proximidades do rancho. Testemunhas também notaram o automóvel circulando pela região por volta das 5h20.

Imagens de câmeras de segurança confirmaram que uma mulher, vestindo camiseta vermelha e boné azul-escuro, conduzia o veículo no horário do crime.

Após o registro da ocorrência, a autoridade policial determinou diligências imediatas para identificação e localização dos suspeitos. Com base na análise de imagens de câmeras de segurança, os investigadores identificaram um veículo com características idênticas entrando e saindo da Estrada da Cachoeira em horários compatíveis com a ação criminosa.

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Diante dos indícios, a equipe policial passou a monitorar o automóvel, que foi localizado em via pública nas proximidades da BR-364 poucas horas após o crime. Durante a abordagem, constatou-se que a condutora utilizava as mesmas roupas vistas nas imagens.

Inicialmente, os ocupantes informaram portar apenas pequena quantia em dinheiro. Contudo, durante revista pessoal e veicular, os policiais localizaram R$ 2.468,25 em espécie, valor compatível com o montante subtraído da vítima.

As investigações também apontaram que a suspeita conhecia a vítima e já havia prestado serviços para ela, circunstância que caracteriza abuso de confiança e contribui para a majoração do crime.

Diante das evidências, o casal foi conduzido à Delegacia de Jaciara, onde foi autuado em flagrante por furto majorado e permanece à disposição da Justiça.

“A rápida atuação da Polícia Civil possibilitou a recuperação de praticamente todo o valor subtraído em menos de 6 horas após o crime, demonstrando a eficiência das diligências investigativas”, afirmou o delegado José Ramon Leite.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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