Mato Grosso

Polícia Civil prende um dos autores de incêndio em estabelecimento em Primavera do Leste

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Um dos homens que ateou fogo em um estabelecimento em Primavera do Leste, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, poucas horas depois do crime registrado por câmeras de segurança.

Na madrugada de terça-feira (18.2), dois homens, em uma motocicleta, se aproximaram da loja que fica no centro da cidade, e lançaram o coquetel molotov no local, causando o incêndio e danos estruturais O crime foi registrado por câmeras de segurança.

Os policiais civis foram acionados no início da manhã pelo delegado de polícia que passava pelo local e conseguiu, junto com outra pessoa, conter as chamas antes que o fogo se alastrasse.

Durante as diligências para apurar a ocorrência foi possível, pela análise das imagens de segurança, identificar a motocicleta utilizada no crime.

Em seguida a equipe conseguiu localizar o veículo ocultado garagem da residência do suspeito, parcialmente coberto por um colchão.

Além da moto, foram apreendidas na casa uma jaqueta preta similar à usada pelo condutor da motocicleta na noite do crime, porções de maconha, celulares quebrados e outros objetos.

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Diante do flagrante o suspeito foi detido e encaminhado para esclarecimentos. O conduzido foi interrogado e preso pelos crimes de incêndio criminoso e posse de drogas.

Conforme o delegado de Primavera do Leste, Eric Martins, as investigações continuam para prender o segundo envolvido no ataque, que é o garupa da motocicleta, bem como para apurar a motivação do crime.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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