Mato Grosso

Polícia Militar apreende 14 artefatos explosivos e prende três pessoas em flagrante

Publicado

Policiais militares de Nobres localizaram e apreenderam 14 artefatos explosivos dentro de uma residência, na tarde desta quarta-feira (06.11), no município. Na ação, dois homens e uma mulher foram presos em flagrante pela posse ilegal do material.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais do município estavam em diligências na busca dos suspeitos que cometeram o homicídio de Jackson Andriel Santana de Oliveira, morto com disparos de arma de fogo, na mesma tarde.

Durante as buscas, os militares receberam denúncias anônimas sobre a localização de uma mulher, suspeita por dar apoio aos criminosos, no bairro Jardim Glória.

Os militares foram ao endereço informado e encontraram um homem na frente de uma casa, que fugiu para o interior da residência ao visualizar as viaturas policiais. A PM fez acompanhamento dele e conseguiu detê-lo já dentro da casa, onde também estavam os outros dois suspeitos.

Durante a abordagem, os policiais identificaram forte odor de produtos químicos e localizaram uma bolsa contendo 14 emulsões de artefatos explosivos e também materiais que poderiam ser utilizados para a aplicação das bombas.

Leia mais:  Obra da Escola de Saúde Pública está com 83% de execução

Questionados sobre o material, os suspeitos nada responderam e também não informaram a participação no homicídio ocorrido. Porém diante do flagrante, os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Delegacia de Nobres para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

O material explosivo foi recolhido pelo esquadrão antibombas do Batalhão de Operações Especiais (Bope) para manuseio e desativação adequada.

As forças policiais seguem em diligências na busca dos suspeitos do homicídio ocorrido no município.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Comunidade rural de Carlinda será atendida por mutirão eleitoral

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Polícia Civil esclarece homicídio de adolescente grávida e prende casal envolvido no crime

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana