Mato Grosso

Polícia Militar deflagra operações Força Total e Centro Seguro nos 142 municípios do Estado

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (27.2), a 2ª edição da Operação Centro Seguro e a 24ª edição da Operação Força Total nos 142 municípios do Estado.

As ações de fortalecimento do policiamento tático e ostensivo integram o programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, criado pelo Governo de Mato Grosso, no combate à criminalidade.

Até o dia 6 de março, serão realizadas diversas ações preventivas como pontos demonstrativos, saturações e abordagens policiais, com o objetivo de garantir a ordem pública e combater crimes de roubos, furtos e outras práticas, no âmbito da Operação Centro Seguro.

Já a Força Total é realizada em todo o território nacional com apoio do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG-PM), durante 24 horas.

O subchefe do Estado-Maior, coronel Anderson Luiz do Prado, destacou que as operações serão realizadas de forma simultânea, com reforço do policiamento nas áreas centrais das cidades, pontos estratégicos e locais com maior circulação de pessoas.

“Essas ações demonstram o compromisso permanente da instituição com a segurança da população, em todo o Estado. Estamos ampliando nossa presença nas ruas, de forma estratégica e integrada, para prevenir crimes e proporcionar mais tranquilidade à sociedade. O programa Tolerância Zero é uma determinação do Governo do Estado para que atuemos com firmeza contra qualquer prática criminosa, garantindo que a lei seja cumprida em todos os municípios”, reforçou o coronel.

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O policiamento será reforçado com equipes dos batalhões de área dos 15 Comandos Regionais, Cavalaria, Batalhão de Rondas Ostensiva Tática Móvel (Rotam), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Batalhão Ambiental (BPMPA), Força Tática e Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio).

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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