Mato Grosso

Polícia Militar detêm membros de facção com porções de drogas em Sorriso

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Equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e da Força Tática do 3º Comando Regional prenderam um homem, de 18 anos, e apreenderam um adolescente, de 17, por tráfico de drogas, nesta quarta-feira (5.2), em Sorriso.

Com os suspeitos, identificados como membros de uma facção, foram apreendidas porções de maconha e cocaína.

A equipe da Rotam realizava patrulhamento tático pela Operação Tolerância Zero e visualizou os dois andando a pé por uma rua. Os suspeitos tentaram fugir ao se depararem com as viaturas policiais e foram detidos rapidamente.

Na revista pessoal da dupla, os policiais encontraram porções de maconha e cocaína. Ao serem questionados sobre a procedência da droga, os suspeitos revelaram que os entorpecentes seriam de um terceiro suspeito, que residia próximo ao local da abordagem.

Os militares da Rotam solicitaram apoio da Força Tática, que se deslocou até o endereço informado pela dupla. No local, os policiais foram recebidos por uma mulher, que afirmou não saber do envolvimento do suspeito com o crime. Ela autorizou os militares a realizarem buscas no imóvel.

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Em verificação aos cômodos da casa, os policiais localizaram e apreenderam mais porções de substâncias análogas à cocaína e maconha. Além disso, também foram apreendidos materiais para a embalagem das drogas e uma balança de precisão. O suspeito não foi localizado.

Diante da situação, os dois criminosos receberam voz de prisão em flagrante e foram conduzidos para a Delegacia de Sorriso, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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