Mato Grosso

Polícia Militar detém quadrilha suspeita por homicídio e ocultação de cadáver

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Policiais militares do 12º Comando Regional prenderam em flagrante, nesta quarta-feira (6.5), quatro homens, uma mulher e apreenderam uma adolescente, de 17 anos, suspeitos por homicídio e ocultação de cadáver, em Nova Lacerda (542 km de Cuiabá). O corpo de um homem foi encontrado enterrado em uma zona rural do município.

As equipes do 18º Batalhão foram acionadas, após um morador relatar ter visto uma caminhonete Fiat Strada, nas proximidades da comunidade indígena Corgão 2, com diversos suspeitos no veículo e outros escondidos na mata. Além disso, a testemunha relatou ter sido intimidada e ameaçada. Conforme a denúncia, ele conseguiu tirar fotos do veículo.

Após a saída dos suspeitos, o homem retornou ao local e encontrou sinais de movimentação recente na vegetação. Em seguida, identificou um braço humano parcialmente enterrado. Diante da situação, as equipes reforçaram as ações de policiamento tático e ostensivo na região e localizaram o carro estacionado em um bar.

Durante abordagem, o proprietário do automóvel afirmou ter emprestado a caminhonete a outro homem. Questionado sobre o crime, ele ressaltou que a vítima teria tentado invadir sua residência durante a madrugada e, após uma discussão e ameaças, procurou ajuda de conhecidos ligados a uma facção criminosa.

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De acordo com o relato, os suspeitos atraíram a vítima até um bar sob o pretexto de consumir drogas e, no local, teriam executado o homem com uma paulada e asfixiado com um lençol. O corpo da vítima foi levado até a zona rural do município.

Os suspeitos foram localizados, abordados e conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência. Uma equipe do Conselho Tutelar foi acionada para acompanhar o caso devido ao envolvimento de uma menor de idade.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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