Mato Grosso

Polícia Militar prende dois homens e apreende drogas e arma de fogo

Publicado

Policiais militares do município de Alto Paraguai prenderam dois homens, de 41 e 21 anos, por associação para tráfico de drogas e porte ilegal de armas, no começo da noite desta sexta-feira (01.11). Com a dupla, a PM apreendeu uma pistola, porções de cocaína e maconha e uma maleta contendo semijoias.

Os suspeitos foram localizados durante patrulhamento dos militares pelo bairro Planalto. A equipe encontrou os dois homens, na frente de uma casa, apresentando muito nervosismo com a aproximação da viatura policial.

Os militares iniciaram abordagem, momento em que um dos suspeitos tentou fugir para o interior da casa. Ao serem detidos e questionados pela PM, confessaram que possuíam armas e drogas dentro do imóvel.

Nas buscas pelo local, a PM encontrou algumas porções de drogas e balança de precisão. Os policiais também acharam uma maleta com semijoias e seis celulares, ambos os objetos sem procedência e que seriam da venda dos entorpecentes.

A arma de fogo foi localizada com um dos suspeitos, sendo uma pistola de calibre 380 carregada com nove munições. Os criminosos afirmaram que atuavam juntos no tráfico de drogas e que a arma seria para proteção pessoal deles.

Leia mais:  TRE-MT participa de reunião com nova Presidência do STF no primeiro dia de gestão

Os suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Escola de Governo abre inscrições para o curso Noções Básicas em Políticas Públicas

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Sefaz disponibiliza novo canal de atendimento digital para o contribuinte

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana