Mato Grosso

Polícia Militar prende dois homens e apreende duas pistolas em São José dos Quatro Marcos

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu dois homens, de 35 e 74 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na manhã desta sexta-feira (30.1), no município de São José dos Quatro Marcos. As prisões aconteceram em duas ocorrências, onde a PM também apreendeu duas pistolas e munições.

Na primeira situação, os militares foram acionados para comparecerem em um estabelecimento comercial onde o proprietário do local denunciou que um homem idoso estava armado e fazendo ameaças de morte contra ele, em decorrência de um desacordo comercial.

No endereço, os policiais encontraram a vítima trancada no banheiro, onde relatou que se escondeu após o suspeito ter efetuado um disparo de arma de fogo no local. O suspeito também foi encontrado no comércio e confessou estar portando uma arma de fogo.

Com o homem, a PM localizou e apreendeu uma pistola de calibre .9mm carregada com 14 munições e uma cápsula deflagrada. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia da cidade.

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Na segunda ocorrência atendida, os policiais estavam em rondas e encontraram um veículo estacionado de forma irregular, na frente de um comércio. Ao se aproximarem para registro da infração de trânsito, os militares flagraram o condutor do carro entrando no automóvel e fugindo em alta velocidade.

Após alguns metros o carro que estava sendo acompanhado foi parado e o motorista abordado. O homem desceu do veículo e os policiais encontraram uma pistola de calibre .9mm e um carregador contendo 10 munições para o armamento.

O suspeito não possuía documentação para porte da arma e foi preso em flagrante, sendo levado também para a delegacia da cidade. O carro verificado estava com licenciamento atrasado e também foi apreendido pela PM.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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