Mato Grosso

Polícia Militar prende dois homens por ameaçar moradores com arma de fogo em Sinop

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Policiais militares do 11º Batalhão prenderam dois homens, de 51 e 53 anos, por cobrar mediante ameaça e uso de arma de fogo uma dívida de dois moradores do bairro Recanto Suíço, em Sinop, no final da tarde desta quarta-feira (28.08).

Os suspeitos foram presos por ameaça, violação de domicílio e porte ilegal de arma. Com eles, a PM apreendeu uma pistola, munições e uma faca.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu denúncias via 190 sobre uma quadrilha, que havia invadido a residência das vítimas e as ameaçado para pagar a dívida. Os suspeitos chegaram em duas caminhonetes e estavam armados.

Os militares encontraram as vítimas, que afirmaram que os suspeitos estavam agressivos. Os criminosos teriam ordenado para que os moradores abandonassem a residência. Os moradores disseram que não seria a primeira vez que eles cometeriam este tipo de invasão.

Em diligências pela cidade, a equipe do 11º BPM localizou uma caminhonete Ranger branca, com as mesmas características informadas pelas vítimas, no pátio de um posto de combustível.

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No local, foram encontrados dois homens, que confessaram participação na invasão e na ameaça. Eles afirmaram serem contratados por uma terceira pessoa para fazer uma cobrança de dívida.

Em vistoria à caminhonete, os policiais encontraram uma pistola de calibre 380 e 20 munições para o armamento, além de uma faca e outros objetos utilizados no crime.

Diante da situação, a dupla recebeu voz de prisão e foi conduzida para a delegacia de Sinop para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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