Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 3º Batalhão prenderam um homem, de 27 anos, por tráfico ilícito de drogas, na manhã desta quarta-feira (25.3), em Cuiabá. O suspeito foi preso em flagrante com 134 porções de substância análoga a maconha.
Durante patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, no bairro Primeiro de Março, a equipe do GAP do 3º BPM recebeu uma denúncia anônima sobre um ponto de tráfico de drogas. Os militares seguiram ao endereço, com apoio da equipe de inteligência, e identificaram um homem, apontado como responsável pela venda de entorpecentes.
Os policiais continuaram as diligências e conseguiram abordar o suspeito, que foi identificado com diversas passagens por tráfico de drogas. O homem apontou um local, em uma mata, onde guardava as drogas.
Nas buscas pela região, a equipe do GAP encontrou uma sacola contendo 134 porções de maconha e a quantia de R$ 74 em dinheiro.
O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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