Mato Grosso

Polícia Militar prende quadrilha por homicídio e ocultação de cadáver em Sorriso

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Policiais militares de Sorriso desarticularam uma quadrilha e prenderam três homens e uma mulher, com idades entre 18 e 22 anos, por homicídio e ocultação de cadáver. Os suspeitos foram presos após diligências das equipes policiais, na noite desta segunda-feira (06.05).

As equipes da Força Tática e Bope receberam informações pela Operação Vitae, que integra as forças de segurança no combate às facções criminosas em Sorriso, de que suspeitos de praticarem um homicídio estariam reunidos em uma quitinete, no bairro União. Segundo as denúncias, o crime teria sido realizado no fim de semana e o corpo da vítima abandonado pela quadrilha.

Ao se aproximarem do possível endereço, os militares flagraram os suspeitos fugindo após visualizarem as viaturas da PM. Os criminosos tentaram sair pulando os muros de casas vizinhas, mas quatro deles foram detidos.

Questionados sobre o motivo da fuga e a denúncia de homicídio, um dos suspeitos confessou a participação no crime, realizado junto dos outros detidos. Ainda para a PM, o homem relatou que o crime foi encomendado por uma facção criminosa e que o corpo da vítima estava escondido nas proximidades da residência de onde foram detidos.

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Em seguida, os criminosos levaram os policiais até o local do crime, onde a PM localizou o corpo da vítima, de sexo masculino, em avançado estado de decomposição. Os suspeitos também afirmaram que a vítima foi morta com vários golpes de faca.

Diante da situação, equipes da Polícia Judiciária Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas e iniciaram os trabalhos de investigação e reconhecimento da vítima.

Os quatro criminosos detidos foram conduzidos para a Delegacia de Sorriso para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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