Equipes da Polícia Militar prenderam três homens e uma mulher por tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (13.08), em duas ocorrências registradas nos municípios de Ipiranga do Norte e Sorriso. Nas ações, foram apreendidos 15 tabletes de maconha e uma porção grande de pasta base de cocaína.
Durante barreira para abordagem e fiscalização de veículos, entre as rodovias MT-242 e MT-491, a equipe da PM de Ipiranga do Norte visualizou um carro Uno reduzir a velocidade e retornar pela pista para não passar pela barreira. Diante da suspeita, os militares iniciaram acompanhamento e abordaram o veículo, que era ocupado por dois homens.
Dentro do carro, os policiais encontraram dois tabletes de maconha e uma porção grande de pasta base. Em depoimento aos militares, os suspeitos afirmaram que teriam retirado a droga de um ponto de armazenamento de uma facção criminosa, em Sorriso, e que estavam encaminhando o material até Ipiranga do Norte.
Os traficantes disseram ainda que receberiam quantidades de drogas como pagamento pelo transporte do material. Os suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados para a delegacia de Sorriso.
Na sequência, os militares solicitaram apoio da Força Tática para se deslocar em patrulhamento até o endereço informado pelos suspeitos presos, que supostamente seria o local onde as drogas estavam guardadas. Os policiais encontraram um homem que entrava e saía de uma residência a todo momento e o abordaram.
O suspeito tentou fugir para dentro do imóvel e foi interceptado. Neste momento, a Força Tática também visualizou a suspeita mulher tentando fugir pelos fundos da casa e fizeram sua detenção.
Na busca no interior da casa, foram localizados 13 tabletes de maconha dentro de uma mala, além de um rádio comunicador, balança de precisão e materiais usados para o tráfico de drogas.
Os suspeitos se apresentaram como mãe e filho e confessaram ser os responsáveis pela distribuição das drogas a mando de uma facção. Diante da situação, a dupla recebeu voz de prisão e também foi conduzida para a Delegacia de Sorriso para registro da ocorrência e demais procedimentos cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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