Mato Grosso

Polícia Militar prende sete faccionados e apreende 152 tabletes de maconha

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Policiais militares do 11º Comando Regional prenderam quatro homens e três mulheres, todos membros de facção criminosa, por associação para o tráfico de drogas, em rodovias de Poxoréu e Primavera do Leste. Os suspeitos estavam divididos em três veículos, onde foram apreendidos 152 tabletes de maconha.

A ação foi registrada no final da noite de terça-feira (9.6), na MT-373, em Poxoréu. Os policiais montaram bloqueio em um ponto denunciado por ser rota de transporte de entorpecentes e flagrou três veículos trafegando em sequência indo em direção a barreira da PM.

O primeiro carro, um Pálio Weekend, fugiu da barreira em direção a rodovia BR-070, sentido Primavera do Leste, onde as equipes policiais foram acionadas para abordar o veículo. O segundo veículo, uma Hilux, parou bruscamente, onde o condutor fugiu para a mata e não foi encontrado. O terceiro carro, uma Fiat Toro, foi abordado e tinha dois homens e duas mulheres dentro.

Na carroceria da Fiat Toro, os policiais encontraram duas caixas de papelão cobertas contendo 65 tabletes de maconha. Já na caminhonete Hilux, a PM localizou mais 78 tabletes da mesma droga.

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Um dos suspeitos detidos faz uso de tornozeleira eletrônica e foi apontado como um dos líderes da facção naquela região. Questionado pela PM, ele confessou ser o proprietário da droga encontrada nos dois carros e que teria contratado o motorista foragido.

Ele afirmou também que a maconha vinha do Paraguai e seria distribuída em Mato Grosso e outros Estados. Os suspeitos receberam voz de prisão e os veículos foram apreendidos.

Na continuidade da ocorrência, os policiais de Primavera do Leste montaram barreira e conseguiram deter o Pálio Weekend, que estava ocupado por dois homens e uma mulher. No carro, a PM localizou nove tabletes de maconha, escondidos no estepe e embaixo do banco traseiro do veículo.

Diante dos fatos, todos os sete suspeitos detidos na operação foram conduzidos para a delegacia de Primavera do Leste para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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