Mato Grosso

Polícia Militar resgata cachorro vítima de maus-tratos e apreende 10 quilos de maconha

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Policiais militares da cidade de Colíder resgataram um cachorro vítima de maus-tratos e apreenderam cerca de 10 quilos de substância análoga a maconha, entre tabletes e porções. A ação foi registrada na tarde desta quinta-feira (19.3), em uma residência do município.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da 31ª Cia Independente de Colíder recebeu denúncias sobre um cão que estaria sendo vítima de maus-tratos. O animal era agredido e estava sem água e alimentação. Os policiais seguiram para o endereço e localizaram o animal, com as mesmas características da denúncia, com sinais de sofrimento.

Os militares chamaram o dono da casa, mas não encontraram ninguém. Diante da situação, a equipe entrou no imóvel e solicitou apoio de uma associação de proteção animal para fazer o resgate do cão.

Enquanto a associação fazia a retirada do animal, os policiais sentiram forte odor, característico de maconha, vindo do interior da residência. Ao se aproximarem da entrada da casa, os militares viram a porta aberta e muitas porções de maconha espalhadas em cima de uma mesa.

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No mesmo local, foram encontrados oito tabletes da mesma droga, além de porções grandes e médias, totalizando 10 quilos de entorpecentes. Também foram encontrados e apreendidas balanças de precisão e materiais utilizados para o tráfico.

Após o resgate do cachorro, os policiais recolheram os entorpecentes e encaminharam para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências. Os militares, com apoio de populares, conseguiram identificar o suspeito e seguem nas buscas para localizar o homem.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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