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Polícia Militar salva bebê de 1 mês engasgado em Marcelândia

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Policiais militares da 5ª Companhia da Polícia Militar de Marcelândia salvaram a vida de um bebê de apenas um mês, que se encontrava engasgado e desacordado, na tarde desta quinta-feira (16.01), no bairro Vila Esperança.

Uma equipe policial realizava patrulhamento ostensivo quando foi acionada por populares que pediam por socorro, informando sobre uma criança em situação de emergência. No local, os militares constataram que o bebê estava nos braços da mãe, inconsciente, com sinais visíveis de inchaço e sem respiração aparente, após engasgamento provocado pela ingestão de medicamento.

A genitora relatou que, antes da chegada da Polícia Militar, havia buscado ajuda em estabelecimentos comerciais e residências da região, sem sucesso, já que ninguém possuía conhecimento técnico para prestar os primeiros socorros.

Dada a gravidade da situação e do iminente risco à vida da criança, os policiais agiram de forma imediata e técnica, iniciando as manobras de desobstrução das vias aéreas em lactente.

Diante da situação, os policiais manteve os procedimentos de salvamento e realizou o deslocamento emergencial ao hospital local, dando continuidade às manobras durante todo o trajeto. Ainda durante o transporte, as ações surtiram efeito, resultando no desengasgo e no retorno da respiração espontânea do bebê.

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Ao chegar à unidade hospitalar, a criança foi entregue à equipe médica de plantão, permanecendo sob cuidados e observação. Conforme informado, o bebê encontrava-se estável e fora de risco imediato.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil prende homem por descumprir medidas protetivas e perseguir ex-companheira

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A Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira (13.2), em Araputanga, um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 19 anos, investigado por descumprimento de medidas protetivas de urgência, ameaça e injúria contra sua ex-companheira, de 21 anos, com quem teve um relacionamento de pouco mais de um ano e um filho de oito meses.

Segundo a investigação realizadas pela Delegacia de Araputanga, as medidas protetivas foram deferidas pela Justiça em agosto de 2025, determinando que o suspeito mantivesse distância mínima de 200 metros da vítima, seus familiares e testemunhas, além de proibir qualquer tipo de contato por meios de comunicação e a frequência à residência dela.

Apesar da ordem judicial e de ter sido formalmente intimado, o investigado ignorou sistematicamente as restrições. Conforme relatos da vítima à polícia, o ex-companheiro criou perfis falsos no Instagram para tentar manter contato, compareceu à residência dela afirmando não aceitar o fim do relacionamento e fez ameaças de morte caso a visse com outro homem.

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Perseguição e clima de terror

O episódio mais grave ocorreu na manhã de 10 de fevereiro, quando a vítima saía para trabalhar, por volta das 5h20. Ela foi surpreendida pelo suspeito, que estava escondido embaixo de um pé de seriguela, montado em uma bicicleta.

Ao vê-la, o ex-companheiro saiu em perseguição, obrigando a vítima a acelerar sua bicicleta elétrica para conseguir despistá-lo.

Em depoimento à polícia, a vítima descreveu o suspeito como “doente de ciúmes, controlador e extremamente possessivo”, afirmou estar com muito medo e temer por sua vida, relatando que “não aguenta mais essa situação” e que ele “não lhe dá sossego”.

Prisão preventiva decretada

Diante da gravidade dos fatos e do risco concreto à integridade física da vítima, o delegado Cleber Emanuel Neves representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido foi fundamentado no artigo 313, inciso III, do Código de Processo Penal, que autoriza a prisão preventiva em casos de violência doméstica para garantir a execução das medidas protetivas de urgência.

A Justiça acolheu o pedido e expediu o mandado de prisão, cumprido nesta sexta-feira pela equipe da Delegacia de Araputanga. O suspeito responderá pelos crimes de descumprimento de medidas protetivas (artigo 24-A da Lei Maria da Penha), ameaça e injúria.

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“A marcha da violência contra a mulher não regride e quase sempre caminha para um final trágico. As ofensas começam com ameaças e podem progredir até a morte da vítima. Temos que agir para que não chegue a esse ponto”, disse o delegado Cleber Emanuel Neves.

Segundo o delegado, a prisão preventiva, neste caso, foi considerada essencial para preservar a vida e a integridade física e psicológica da vítima e de seus familiares.

Denúncias de violência doméstica podem ser feitas pelo telefone 190 (Polícia Militar), 197 (Polícia Civil), ou 180 (Central de Atendimento à Mulher). Em casos de emergência, procure imediatamente a delegacia mais próxima.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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