Mato Grosso

Policiais penais flagram visitantes femininas com entorpecentes e evitam entrada de celulares em penitenciária

Publicado

Policiais penais da Penitenciária Major Eldo de Sá Correia, em Rondonópolis, apreenderam neste final de semana, entorpecentes e celulares durante vistorias para coibir a entrada de material ilícito na unidade prisional.

No sábado (15.2), durante o procedimento de revista aos visitantes, duas mulheres foram detidas com porções de maconha e cocaína. Ambas passaram pela revista no escâner corporal, instalado na entrada da penitenciária, que apontou contornos anormais nas visitantes.

Na primeira revista, o aparelho observou na imagem corporal que havia contornos anormais e ao ser conduzida à revista pessoal com policiais penais femininas, não foi encontrado material aparente. Porém, diante da imagem fornecida pelo escâner, a mulher foi encaminhada ao Pronto Atendimento, onde passou por avaliação médica e o profissional de saúde detectou um invólucro da droga na genitália, que pesou aproximadamente 300 gramas de cocaína.

Na mesma data, o escâner apontou as imagens de contornos anormais com outra visitante. Ela foi encaminhada ao Pronto Atendimento e foram encontrados 97 envelopes de papel seda nos seios e genitália.

Leia mais:  Governo vai construir viaduto no encontro das Avenidas dos Trabalhadores e das Torres

No domingo (16.2), durante rondas no perímetro interno da penitenciária, os policiais penais localizaram um pacote, arremessado pela muralha, onde foram encontrados dois aparelhos celulares.

Na mesma data, durante revista no Raio 2 inferior, as equipes policiais apreenderam 80 porções de maconha e dois aparelhos celulares.

As ações integram o programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, com revistas ininterruptas realizadas pela Secretaria de Estado de Justiça, por meio da Polícia Penal, em todas as unidades penitenciárias de Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Governador cobra medidas mais efetivas para viabilizar rodovia Brasil-Bolívia

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  "Governo de MT resolve anseios da população com novos investimentos", afirma prefeito de Novo São Joaquim

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana