Mato Grosso

Polícias Civil e Militar apreendem drogas e armas em garimpo de Nova Bandeirantes

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Uma ampla investigação desencadeada pela Polícia Civil de Nova Bandeirantes culminou na apreensão de armas de fogo e drogas no Garimpo Juruena, distante cerca de 200 km da cidade de Nova Bandeirantes, região Norte do Estado. A ação foi deflagrada neste sábado (21.2), com apoio operacional da Polícia Militar.

Os investigados eram ligados a uma facção criminosa que vem mantendo autuação interna no Garimpo Juruena e estariam extorquindo comerciantes e garimpeiros na região.

Diante das denúncias recebidas, foi iniciada uma ampla investigação, que culminou na identificação de alguns suspeitos.

Na manhã deste sábado, duas equipes policiais Civil e Militar se deslocaram até a região. Na ocasião, uma dupla suspeita foi abordada, não respeitou a ordem de parada e fugiu em direção a uma casa.

No local, os dois criminosos atiraram contra os policiais, que reagiram. Os criminosos chegaram a ser socorridos até o Hospital Municipal de Nova Bandeiras, mas, devido à distância e condições da estrada, não resistiram aos ferimentos, indo a óbito.

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“Graças ao importante trabalho investigativo dos nossos policiais, conseguimos identificar os suspeitos e desencadear a ação, em que conseguimos apreender o armamento usados por esses criminosos que vinham causando insegurança à comunidade do garimpo”, disse a delegada Renata Feijó.

Na ação foram apreendidas uma pistola, dois revólveres, além de tablete e porções de substâncias análogas à maconha e pasta base de cocaína.

Todo material apreendido, bem como os corpos dos suspeitos, foram encaminhados à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para as devidas análises.

A Polícia Civil segue com as investigações,.com intuito de localizar e prender os demais envolvidos na prática de extorsão no Garimpo Juruena.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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