Mato Grosso

Polícias Civil e Militar prendem em flagrante quadrilha que tentou furtar fazenda em Cuiabá

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As Polícias Civil e Militar prenderam em flagrante, nessa quarta-feira (26.11), cinco homens, com idades entre 18 e 34 anos, que tentaram invadir uma fazenda, na Rodovia dos Imigrantes, em Cuiabá, usando um veículo furtado.

A tentativa frustrada de crime ocorreu por volta das 01h da madrugada, quando a quadrilha tentou invadir uma propriedade rural utilizando dois veículos, um furgão e uma picape branca, mas foi vista pela equipe de segurança do local e acabou fugindo.

Ao mesmo tempo, um Peugeot Partner que havia sido furtado no dia 14 deste mês em Cuiabá, foi detectado pelo Sistema de Leitura Automática de Pacas (OCS) passando pela Rodovia dos Imigrantes.

Diante disso, equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERFVA) e do 10º Batalhão da Polícia Militar realizaram um bloqueio da região e viram dois veículos se aproximarem, um Fiat Strada e um Peugeot Partner.

Foi dada ordem de parada, com sinais sonoros e luminosos, mas ambos desobedeceram e avançaram com os carros em direção aos policiais. Em seguida, um dos suspeitos, condutor do veículo Peugeot, desembarcou com um objeto na mão que aparentava ser uma arma de fogo e apontou para os policiais. Diante disso, as equipes reagiram atirando.

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Em seguida, os cinco homens foram presos. Um deles teve ferimentos leves, ocasionados por estilhaços, e foi levado para o Hospital Municipal de Cuiabá, onde recebeu atendimento médico e teve alta em seguida.

Os vigilantes da fazenda que o grupo tentou invadir reconheceram os carros usados pelos suspeitos. Foi encontrado no veículo uma arma falsa, do tipo pistola, confeccionada em ferro, na cor preta, e uma balaclava. Os celulares de todos foram apreendidos.

As investigações da DERFVA apontam que o grupo também está envolvido em ao menos outros três furtos em Cuiabá, inclusive o que o Peugeot Partner recuperado nessa quarta-feira (26.11) foi subtraído.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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