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Portaria autoriza a nomeação de oito profissionais da saúde para reforçar quadro do Mapa

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Foi autorizada, nesta quinta-feira (7), por meio de portaria do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicada no Diário Oficial da União, a nomeação de oito profissionais da saúde aprovados no último Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para atuação no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Entre os cargos autorizados estão quatro médicos, três assistentes sociais e um psicólogo.

As vagas são destinadas ao fortalecimento do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal (SIASS), integrante do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (SIPEC).

“É uma excelente notícia para os nossos servidores. Com essa autorização, fortalecemos a atuação técnica do Ministério e ampliamos a capacidade de atendimento às demandas de saúde no âmbito do Mapa, garantindo mais eficiência e suporte às atividades da pasta”, comemorou o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.

Segundo a portaria, o provimento dos cargos e a efetivação das nomeações estão condicionados à existência de vagas disponíveis no momento da nomeação, bem como à comprovação de disponibilidade orçamentária e financeira para as novas despesas, em conformidade com a Lei Orçamentária Anual (LOA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), com indicação da origem dos recursos que serão utilizados.

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Para o secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, “depois de décadas de trabalho, é uma grande conquista fortalecer o cuidado com a saúde dos nossos servidores. A ampliação da equipe valoriza quem trabalha diariamente pelo Mapa e fortalece a capacidade do Ministério de seguir entregando resultados para a sociedade”, finalizou.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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