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Portaria autoriza a nomeação de oito profissionais da saúde para reforçar quadro do Mapa

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Foi autorizada, nesta quinta-feira (7), por meio de portaria do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicada no Diário Oficial da União, a nomeação de oito profissionais da saúde aprovados no último Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para atuação no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Entre os cargos autorizados estão quatro médicos, três assistentes sociais e um psicólogo.

As vagas são destinadas ao fortalecimento do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal (SIASS), integrante do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (SIPEC).

“É uma excelente notícia para os nossos servidores. Com essa autorização, fortalecemos a atuação técnica do Ministério e ampliamos a capacidade de atendimento às demandas de saúde no âmbito do Mapa, garantindo mais eficiência e suporte às atividades da pasta”, comemorou o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.

Segundo a portaria, o provimento dos cargos e a efetivação das nomeações estão condicionados à existência de vagas disponíveis no momento da nomeação, bem como à comprovação de disponibilidade orçamentária e financeira para as novas despesas, em conformidade com a Lei Orçamentária Anual (LOA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), com indicação da origem dos recursos que serão utilizados.

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Para o secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, “depois de décadas de trabalho, é uma grande conquista fortalecer o cuidado com a saúde dos nossos servidores. A ampliação da equipe valoriza quem trabalha diariamente pelo Mapa e fortalece a capacidade do Ministério de seguir entregando resultados para a sociedade”, finalizou.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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