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Porto Nacional vai abrir a colheita da soja, consolidando o Tocantins como força do agro

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Porto Nacional ( cerca de 59 km da capital, Palmas) foi escolhido para receber a Abertura Nacional da Colheita da Soja de 2026 principalmente pelo papel de destaque que o Tocantins vem conquistando no cenário brasileiro de produção de grãos. O evento, promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) Brasil e Aprosoja Tocantins, será realizado no dia 30 de janeiro na Fazenda Alto da Serra, reunindo produtores, técnicos e representantes do setor em um momento simbólico para o agro nacional.

A escolha do Tocantins como sede reflete os números sólidos do estado: a safra 2024/25 deve registrar um recorde de 5,12 milhões de toneladas de soja, crescimento de 11,9% em relação ao ciclo anterior. Somando soja e milho, Tocantins projeta uma produção total de grãos próxima de 8,5 milhões de toneladas, alta de 10,7% segundo a Secretaria Estadual de Agricultura. A área plantada de soja no estado já supera 1,48 milhão de hectares e a produtividade média chega a 65 sacas por hectare em áreas consolidadas.​

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Esses avanços não se limitam ao campo: melhorias logísticas, como novas estradas e estruturas de armazenagem, além de condições climáticas favoráveis, consolidam Tocantins como nova fronteira agrícola e atraem investimentos, ampliando o protagonismo do estado na expansão agroindustrial do país.

A cerimônia destaca o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, reforçando o impacto econômico, social e tecnológico do agro tocantinense.

Fonte: Pensar Agro

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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