Educação

Prazo para participar do Diagnóstico de Equidade é até 15/7

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O prazo para que as redes estaduais e municipais de ensino participem do Diagnóstico Equidade 2026 termina na próxima quarta-feira, dia 15 de julho. O preenchimento do formulário para o envio de informações está disponível no módulo Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). 

O envio de informações deve ser realizado pelas secretarias estaduais e municipais com o registo dos avanços e desafios na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas. 

A ausência de envio das informações no sistema Simec poderá inviabilizar o repasse de emendas parlamentares federais operacionalizadas no âmbito do Plano de Ações Articuladas (PAR). 

Objetivos – O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil. 

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Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena.   

Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola foi instituída pela Portaria nº 470/2024. A política reúne ações e programas educacionais relacionados à educação para as relações étnico-raciais, à educação escolar quilombola e ao tratamento de temas relacionados às desigualdades étnico-raciais e ao racismo nos ambientes de ensino. 

Entre os eixos previstos na política estão a estruturação de sistema de metas e monitoramento; a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; a formação de profissionais da área de ensino visando a atuação na educação para as relações étnico-raciais (Erer) e na educação escolar quilombola (EEQ); o desenvolvimento de capacidades institucionais para a condução dessas políticas nos entes federados; o reconhecimento de práticas educacionais antirracistas; as ações relacionadas às desigualdades étnico-raciais na educação; a educação escolar quilombola, conforme as Diretrizes Nacionais; e os protocolos de identificação e resposta a situações de racismo nas escolas públicas e privadas. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Divulgada lista de aprovados em edital de economia solidária

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Está disponível o resultado do Edital nº 120/2026, que trata da seleção de projetos de incubadoras tecnológicas de economia solidária na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. O edital é uma ação desenvolvida pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Instituto Federal de São Paulo (IFSP), e conta com o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc).

As dez instituições aprovadas receberão capacitação nas áreas de gestão, pré-incubação e incubação de empreendimentos coletivos de base comunitária, contando com suporte financeiro para bolsas e aquisição de equipamentos a partir deste mês de outubro. O resultado inclui ainda 16 incubadoras classificadas em lista de espera, totalizando 26 projetos habilitados e avaliados. O edital também prevê apoio a até 20 Empreendimentos de Economia Solidária (EES) nas fases subsequentes.

Protagonismo comunitário – A iniciativa beneficia diretamente dezenas de bolsistas entre coordenadores, estudantes da Rede Federal e integrantes comunitários com foco na geração de renda e inclusão produtiva.

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O objetivo da iniciativa é conectar inovação, pesquisa, extensão e empreendedorismo para qualificar a gestão de empreendimentos, ampliar o acesso à tecnologia e à transformação digital, apoiar a comercialização justa, fortalecer a autonomia e o protagonismo comunitário, além de promover a inclusão produtiva e a justiça social nos territórios.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)

Fonte: Ministério da Educação

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