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Preços do feijão apresentam comportamentos distintos: carioca se mantém e preto cai

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De acordo com levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), os preços do feijão carioca têm se sustentado, mesmo com o avanço da colheita. O estudo aponta que a firmeza dos valores está ligada à postura dos produtores que possuem recursos para armazenar o produto. Além disso, há maior procura por lotes de melhor qualidade, o que também contribui para a manutenção dos preços.

Feijão preto registra queda de preços

Por outro lado, o feijão preto apresenta queda nos valores. O Cepea atribui o movimento ao excedente de oferta típico do período de entressafra, que pressiona os preços para baixo.

Produção e colheita em Minas Gerais e Goiás

Segundo dados da Conab, até 18 de agosto, a colheita em Minas Gerais atingia pouco mais de 72% da área plantada. No estado, a produtividade sofre impacto do ataque da mosca branca, contribuindo para a redução da produção.

Em Goiás, a colheita está se aproximando do fim, concentrando-se principalmente nas regiões norte, oeste e leste do estado.

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Perspectivas para o mercado

O comportamento distinto dos preços do feijão carioca e preto reflete a interação entre oferta, demanda e fatores de qualidade. Enquanto os lotes de feijão carioca mais valorizados sustentam os preços, o excesso de oferta do feijão preto tende a manter a pressão de baixa sobre seus valores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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No BRICS, o Governo do Brasil apresenta pesca e aquicultura como fundamental para a segurança alimentar e nutricional

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O Ministério da Pesca e Aquicultura participou da 16ª Reunião de Ministros da Agricultura do BRICS, realizada nos dias 12 e 13 de junho de 2026, em Indore, Madhya Pradesh, Índia.  O evento teve como tema “Construindo para a Resiliência, Inovação, Cooperação e Sustentabilidade”. Nele foi adotado, por consenso, a Declaração Conjunta da 16ª Reunião dos Ministros da Agricultura do BRICS.  

A presidência indiana, que lidera os BRICS neste ano, apresentou uma agenda centrada no fortalecimento da segurança alimentar e nutricional global. O objetivo é focar na construção de parcerias voltadas à inovação para o desenvolvimento agrícola sustentável, inclusivo e resiliente à mudança do clima, com especial atenção à agricultura familiar.   

Pesca e Aquicultura  

Na Declaração Conjunta, os ministros da Agricultura do BRICS reconheceram o papel fundamental da pesca e da aquicultura para a segurança alimentar, nutricional, para a manutenção da renda e dos empregos de milhões de pessoas. Além do MPA, o documento foi assinado pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar do Brasil (MDA).  

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Com isso, o Governo Federal se compromete com o avanço das ações coordenadas para promover a inclusão social e os meios de subsistência dos pescadores e aquicultores, aumentar a produtividade e expandir o comércio justo de alimentos e bioinsumos aquáticos e conservar os ecossistemas, para assegurar a sustentabilidade a longo prazo da pesca e da aquicultura. Também incentivam investimentos em pesca bem gerida, à expansão e intensificação da aquicultura. 

De maneira particular, o Governo Federal reitera o compromisso em apoiar a pesca artesanal e a aquicultura de pequena escala. Desta forma, amplia oportunidades de emprego, de renda e de segurança alimentar. Além disso, incentivaram ações que conservem a pesca artesanal como patrimônio cultural dos BRICS.   

Os Ministros da Agricultura dos BRICS ainda concordaram em aprofundar a cooperação no Diálogo do BRICS sobre Pesca e da Aquicultura, estabelecida em 2025, sob a presidência brasileira do BRICS.  

Os onze países membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã) respondem conjuntamente por mais de 60% da produção global de pescado. Isso representa cerca de 25% da pesca de captura e 75% da aquicultura mundiais. Também respondem por mais de 85% da produção global de algas. 

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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