Cuiabá

Prefeitura de Cuiabá luta pela liberação de R$ 60 milhões para a saúde pública da capital

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A Prefeitura de Cuiabá está lutando para garantir a liberação de R$ 60 milhões em recursos federais destinados à saúde da capital. Para auxiliar nas articulações, o secretário Júnior Leite busca o apoio de todos os vereadores da Câmara Municipal, inclusive da oposição, para pressionar pela aprovação dos recursos na CIR.

“Precisamos de união neste momento para salvar vidas. Esses R$ 60 milhões serão utilizados para investimentos na saúde de Cuiabá, o que beneficiará diretamente a população. Não podemos permitir que o boicote do Estado impeça que esses recursos cheguem até a nossa cidade”, afirmou Júnior Leite.

Obtidos pelo deputado federal Emanuelzinho junto ao Governo Federal, esses recursos ainda não chegaram ao município devido a um impasse na última reunião da Comissão Intergestores Regional (CIR), realizada na semana passada. Segundo Leite, a principal preocupação da Prefeitura no momento é a liberação desses recursos que, por boicote do governo do Estado, não foram aprovados pela CIR. A chefe do escritório regional e servidora do Estado, Claudia Moreno, impediu a inclusão do tema na pauta da comissão, atrasando o processo e colocando em risco a saúde da população cuiabana e mato-grossense.

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O secretário ressalta que está à disposição do presidente da Câmara e de todos os vereadores para discutir o assunto e buscar soluções conjuntas. “Acredito que, com o apoio de todos, podemos superar essa dificuldade e garantir que os recursos sejam liberados o mais rápido possível”, finalizou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF

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Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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