Cuiabá

Prefeitura de Cuiabá, vai entregar por meio da Semob, mais 17 quilômetros de ciclofaixa na Avenida Contorno Leste

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), vai entregar 17 quilômetros de ciclofaixa na maior via estruturante da cidade, a Avenida Contorno Leste, que ligará a região do Distrito Industrial até a Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), interligando mais de 50 bairros e conectando mais de 250 mil pessoas ao desenvolvimento urbano.  A primeira parte da via, 13 km (em dois sentidos), será entregue pela gestão Emanuel Pinheiro ainda no mês de abri e a sinalização já começou a ser realizada.

A secretária de Mobilidade Urbana, Luciana Zamproni, ressalta que as ciclovias desempenham um papel fundamental na promoção de uma mobilidade urbana sustentável e segura.  “O uso da bicicleta traz melhorias para a saúde das pessoas, inclusão e, consequentemente, melhora o fluxo de tráfego, além de promover segurança no trânsito”, afirma, ao destacar que a expansão da Capital está andando de mãos dadas com o planejamento urbano. “O programa contínuo de revitalização de ciclovias e ciclofaixas é mais uma ação implementada pela Gestão Humanizada”, completa.

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 A capital  possui  7 ciclovias e 7 ciclofaixas, totalizando 37,70 quilômetros e outros  22,70 quilômetros de ciclofaixas, totalizando 60,40 km destinados à circulação de ciclistas.

Uma ciclofaixa que já foi entregue este ano foi a da Avenida Dante Martins de Oliveira, conhecida como Av. dos Trabalhadores, que está proporcionando um modo de transporte alternativo para aqueles que buscam uma forma mais saudável e sustentável, principalmente para os moradores da região.

Veja as ciclofaixas e ciclovias implantadas em Cuiabá:

1-   Ciclofaixa – Av. Dr. Vicente Emilio Vuolo e Rua Um Tancredo Neves – CPAIII –  (2,10 Km)

2-   Ciclofaixa – Av. das Torres – 12,00 Km

3-   Ciclofaixa – Av. Tatsumi Koga (2,60 Km)

4-   Ciclofaixa – Rod. Emanuel Pinheiro (12,20 Km)

5-   Ciclofaixa – Rod. Palmiro Paes de Barros (2,85 Km)

6-   Ciclofaixa – Av. Érico Preza – Jardim Itália (4,60 Km)

7-   Ciclofaixa – Av. Rui Barbosa – Jardim Imperial (1,35 Km)

8-   Ciclovia    – Av. Manoel José de Arruda – Orla do Porto (0,87 Km)

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9-   Ciclovia    – Av. Parque do Barbado (3,15 Km)

10-   Ciclovia    – Av. Arquimedes Pereira Lima (6,60 Km)

11- Ciclovia    – Rod. Elder Cândia – MT010 (4,30 Km)

12- Ciclovia    – Parque da Águas (2,20 Km)

13- Ciclovia    – Rod. Emanuel Pinheiro (3,50 Km)

14- Ciclovia    – Av. Dante de Oliveira (2,15 Km)

Total:  Ciclofaixas – 37,70 Km,  Ciclovias – 22,70 Km   |   Total: 60,40 km

Diferença entre Ciclovia e Ciclofaixa:

Ciclovia: pista de uso exclusivo de bicicletas e outros ciclos, com segregação física do tráfego comum. Ciclofaixa: parte da pista de rolamento, calçada ou canteiro destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Entre datas de inclusão, ensino bilíngue abre caminhos para crianças surdas em Cuiabá

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Celebrados nessa quinta (23) e sexta-feira (24), o Dia Nacional da Educação de Surdos e o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), respectivamente, reforçam a importância de práticas educacionais inclusivas. Em Cuiabá, a rede municipal tem avançado na consolidação da educação bilíngue, modelo que reconhece a Libras como primeira língua (L1) e o português escrito como segunda (L2).

Amparada pela Lei nº 14.191/2021, a proposta considera a surdez como uma diferença linguística e cultural. Na prática, isso significa garantir que o estudante surdo tenha acesso pleno ao conteúdo escolar, respeitando suas especificidades e promovendo equidade no processo de aprendizagem.

A mestre em educação e coordenadora técnica de educação especial, Neuraides Ribeiro Silva, explica que a educação bilíngue de surdos na rede municipal segue diretrizes legais e pedagógicas específicas. Segundo ela, o modelo vem sendo estruturado de forma gradual em Cuiabá.

“A rede municipal de Cuiabá vem estruturando a educação bilíngue para alunos surdos de forma gradual e integrada ao modelo de educação inclusiva, combinando ensino regular com serviços especializados. A organização segue princípios legais nacionais e práticas pedagógicas específicas para esse público”, disse.

Já a professora da rede municipal e estadual, especialista em educação especial, Alessandra Andrade Silva, destaca que a educação bilíngue vai além da tradução de conteúdos e envolve uma estrutura pedagógica pensada para o desenvolvimento integral dos alunos.

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“A educação bilíngue de surdos constitui uma modalidade que garante o direito à formação integral, respeitando a singularidade linguística. A Libras é a primeira língua e base da aprendizagem, enquanto o português escrito é trabalhado como segunda língua”, informou.

Na rede municipal de Cuiabá, o atendimento ocorre de forma integrada. Estudantes da educação infantil até o 2º ano contam com professores bilíngues. Já do 3º ao 5º ano, o acompanhamento é feito por intérpretes de Libras, além de instrutores no contraturno. O currículo é o mesmo para todos, com adaptações linguísticas que asseguram o entendimento dos conteúdos.

Nesse contexto, o trabalho colaborativo entre professores regentes, profissionais bilíngues, intérpretes e famílias é essencial para o sucesso da proposta. A professora bilíngue e intérprete de Libras, Emanuelle Freire Galvão Ponce, explica que o papel do intérprete vai além da tradução, sendo fundamental na mediação do aprendizado em sala de aula.

“O principal papel do intérprete de Libras é a mediação comunicativa. Ele atua na relação entre professor, aluno surdo e colegas, garantindo que o conteúdo seja compreendido. Esse acompanhamento acontece em todas as disciplinas, durante todo o período em sala”, explicou.

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Ela também ressalta que, com a presença do professor bilíngue, é possível ampliar as estratégias pedagógicas e adaptar materiais de forma mais eficaz, favorecendo o aprendizado dos estudantes surdos.

Outro ponto importante é o início precoce desse acompanhamento. Segundo especialistas, quanto mais cedo a criança surda tem acesso à Libras, melhores são seus resultados no processo de alfabetização e desenvolvimento escolar.

“Quando a criança surda tem acesso à língua de sinais desde cedo e é alfabetizada nesse contexto, o desenvolvimento é muito mais positivo. Ela consegue acompanhar a turma e avançar com mais autonomia”, afirma Emanuelle.

O município de Cuiabá, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), enfrenta o desafio de garantir uma escola inclusiva para professores, estudantes e toda a comunidade escolar.

Diante desse cenário, as datas de 23 e 24 de abril reforçam não apenas a importância da Libras, mas o compromisso com uma educação que valorize a diversidade e promova inclusão de forma efetiva, garantindo que todos os estudantes tenham as mesmas oportunidades de aprender e se desenvolver.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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