Mato Grosso

Primeira-dama de MT participa da entrega de veículos da PJC ao programa SER Família Mulher

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, juntamente com o governador Mauro Mendes, participará da entrega de veículos, armamentos e equipamentos para a Polícia Civil nesta terça-feira, às 17 horas, no Salão Clóves Vettorato, no Palácio Paiaguás. O investimento de R$ 3,3 milhões é realizado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

O secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, coronel César Roveri, e a diretora da Polícia Civil, Daniela Maidel, vão entregar 11 veículos para atender núcleos de salas de atendimento para vítimas no interior do estado, como suporte às ações do Programa SER Família Mulher. As picapes descaracterizadas serão usadas em ações de retirada dos pertences de vítimas de violência doméstica e familiar, para que elas não se sintam constrangidas durante os atendimentos.

Também serão entregues 134 armas longas, dos modelos fuzil e espingarda, com investimento de R$ 1,1 milhão proveniente de emenda parlamentar.

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A Polícia Civil também receberá 97 drones adquiridos com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. Os equipamentos aéreos não tripulados serão empregados em atividades de investigação e destinados a todas as unidades policiais do estado. As entregas ocorrerão conforme o cronograma de habilitação dos servidores para manuseio do equipamento.

Serviço
Evento: Entrega de veículos, armamentos e equipamentos para a Polícia Civil de Mato Grosso
Data: 25 de junho de 2024
Horário: 17 horas
Local: Salão Clóves Vettorato, no Palácio Paiaguás

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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