Mato Grosso

Primeira remessa da vacina contra a dengue chega em MT na próxima semana

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As primeiras doses da vacina contra a dengue devem chegar em Mato Grosso na próxima semana, conforme o comunicado orientativo encaminhado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (25.04). As doses serão distribuídas para os 35 municípios selecionados pelo Ministério.

No total, Mato Grosso deve receber 131.479 doses da vacina contra a dengue. A escolha dos municípios pelo Ministério da Saúde considerou o Painel de Monitoramento das Arboviroses, então receberão as doses os que estão com maiores índices.  

Cuiabá e Várzea Grande foram contempladas com mais de 65 mil doses. Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde também estão na lista das cidades que devem receber as vacinas, somando mais 26 mil doses disponibilizadas para a região.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, comemorou a decisão e reforçou a parceria com os municípios na distribuição das doses.

“A vacina contra a dengue é fruto de muito estudo e agora ela se torna uma realidade para os mato-grossenses. Como as demais vacinas disponibilizadas, a SES firma o compromisso na distribuição das doses aos municípios elencados pelo Ministério da Saúde. É um reforço muito aguardado na batalha diária que todos nós enfrentamos contra a dengue”, afirmou o secretário.

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A superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, reforçou que o público incluído nesta primeira fase da vacinação é de crianças entre 10 e 14 anos. 

“O Ministério da Saúde segue as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), por meio da recomendação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que apontou um agravamento na faixa etária dos jovens de 10 a 14 anos em relação à doença”, esclareceu.

A definição do público-alvo e das regiões prioritárias para a imunização foi necessária em razão da capacidade limitada de fornecimento de doses pelo laboratório fabricante da vacina. O esquema vacinal será composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

Veja a lista completa de cidades contempladas:

Cuiabá; Várzea Grande; Chapada dos Guimarães; Santo Antônio do Leverger; Planalto da Serra; Nova Brasilândia; Nossa Senhora do Livramento; Jangada; Poconé; Acorizal; Barão de Melgaço; Sinop; Sorriso; Lucas do Rio Verde; Nova Mutum; Nova Ubiratã; Cláudia; Santa Carmem; União do Sul; Feliz Natal; Tapurah; Vera; Santa Rita do Trivelato; Itanhangá; Ipiranga do Norte; Tangará da Serra; Campo Novo do Parecis; Sapezal; Nova Olímpia; Barra do Bugres; Porto Estrela; Santo Afonso; Arenápolis; Nova Marilândia; Denise.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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