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Programa Fila Zero Cirurgias Oftalmológicas realiza mais de 8,5 mil atendimentos com apoio de Eduardo Botelho

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“Recuperar a visão é, para muitos, como voltar a enxergar a vida”. Com essa frase, o deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) comemorou o resultado do programa Fila Zero Cirurgias Oftalmológicas, realizado desde fevereiro de 2025, que garantiu a recuperação da dignidade de milhares de mato-grossenses que viviam há anos com doenças oculares.

A ação foi viabilizada por meio de emenda parlamentar de R$ 2,42 milhões, articulada por Botelho junto à Assembleia Legislativa, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a Prefeitura de Poconé, e beneficiou milhares de pessoas com cirurgias de catarata, pterígio, consultas e exames realizados no Hospital Geral de Poconé “Dr. Nicolau Fontanilas Frageli”.

Moradores de 11 municípios da Baixada Cuiabana foram contemplados com os atendimentos, incluindo Cuiabá, Várzea Grande, Poconé, Barra do Bugres, Cáceres, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, São José dos Quatro Marcos, Porto Estrela, Jangada e Santo Afonso.

“Ver de novo é voltar a viver. E é exatamente isso que fizemos por milhares de pessoas”, afirmou o parlamentar, que tem a saúde como uma das principais prioridades de seu mandato. Muitos dos beneficiados aguardavam há anos por uma vaga no SUS.

Histórias como a do aposentado Erasmo Paulo de Lima, de 58 anos, morador de Poconé, revelam o impacto do projeto. Ele foi diagnosticado com diabetes há três décadas e o avanço da doença alterou negativamente sua visão, progredindo para uma retinopatia. Com isso, estava perdendo totalmente a visão dos dois olhos.

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Adão de Arruda, 71 anos, teve sua visão reestabelecida com o programa Fila Zero

Adão de Arruda, 71 anos, teve sua visão reestabelecida com o programa Fila Zero

Foto: VANDERSON FERRAZ SANTOS

A possibilidade de participar do programa, viabilizado com apoio do deputado Eduardo Botelho, reacendeu nele a esperança de reverter a doença, que já havia causado perda de 75% da visão em ambos os olhos.

“Eu não dirigia mais, não conseguia ajudar minha esposa com tarefas simples de casa, estava totalmente dependente de outras pessoas. Para mim, foi maravilhoso receber esse atendimento. Minha vida será outra a partir de agora. Agradeço demais ao deputado Eduardo Botelho”, relatou, emocionado.

No caso de Erasmo, não foi realizado procedimento cirúrgico, mas sim um tratamento com duas aplicações injetáveis, associadas a laser terapia, tudo totalmente gratuito. Se ele fosse recorrer ao tratamento particular, os custos não seriam menores que R$ 30 mil reais.

O morador de Poconé, Adão de Arruda, de 71 anos, também celebrou a realização da cirurgia. Com o procedimento, ele voltou a ter autonomia para sair às ruas. “Eu voltei a andar de bicicleta, ter minha vida de antes. Já ao sair do centro cirúrgico, tudo começou a clarear. Agradeço demais ao deputado Eduardo Botelho”, contou.

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Para o casal Odair Antônio Vieira e Maria Helena Gonçalves Vieira, de 61 e 58 anos, respectivamente, as cirurgias de catarata também representam um marco em suas vidas. “A nossa vida passou a ser dividida em antes e depois do programa Fila Zero. Tudo está melhor agora. Nós dois estamos enxergando muito bem”, disse dona Maria Helena.

Os atendimentos foram coordenados pelo Dr. Vitor Rossetto e contaram com uma equipe composta por nove especialistas em oftalmologia, incluindo os médicos Thiago Chacur, Igor Leonardo Chaves e Antônio Sardinha.

O próprio deputado Eduardo Botelho passou pelo procedimento de correção de catarata no olho esquerdo, no mesmo hospital público de Poconé. “Já estou quase 100%. Atendimento público com tecnologia de ponta e uma equipe nota dez. Parabéns a todos os envolvidos”, destacou.

A ação representa mais um avanço significativo na luta contra as filas de espera na saúde pública, promovendo qualidade de vida e cidadania para quem mais precisa.

Fonte: ALMT – MT

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Reportagens vencedoras mostram força do jornalismo mato-grossense e incentivam participação no Prêmio ALMT

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As inscrições para a segunda edição do Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento representam uma nova oportunidade para que profissionais da comunicação de Mato Grosso mostrem a qualidade do trabalho desenvolvido nas redações de jornais, portais de notícias, emissoras de rádio, televisão e plataformas digitais. Quem participou da primeira edição e conquistou lugar entre os vencedores garante que a experiência é uma oportunidade de valorização profissional, projeção das reportagens e reconhecimento de pautas que contribuem para contar a história do estado.

Os vencedores da categoria Reportagem em Texto destacam que o prêmio fortalece o jornalismo mato-grossense, estimula a produção de conteúdos mais aprofundados e incentiva profissionais a investirem em pautas de interesse público.

Na edição de 2025 do prêmio, o primeiro lugar ficou com os jornalistas Safira Campos e Marcy Monteiro, do site PNB Online, autores da reportagem “Constituição de MT: pelo povo e para o povo”. O trabalho resgatou a história da elaboração da Constituição Estadual e evidenciou como a participação popular ajudou a construir um dos principais marcos da democracia mato-grossense.

Para Safira Campos, a conquista trouxe reconhecimento profissional e ampliou o alcance da reportagem. “Foi bastante especial termos conquistado o Troféu Parlamento. O principal sentimento é gratidão pelo reconhecimento do trabalho que desenvolvemos. Muitos colegas mandaram mensagens parabenizando e nossa reportagem teve um grande alcance, o que é uma das maiores alegrias para um jornalista”.

Kessillen Lopes e Rogério Júnior - vencedores do 2º lugar da categoria Reportagem em Texto.

Kessillen Lopes e Rogério Júnior – vencedores do 2º lugar da categoria Reportagem em Texto.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

A jornalista explica que a pauta nasceu do interesse de mostrar um capítulo importante da história política do estado. O trabalho exigiu meses de pesquisa documental, consulta a jornais da época, entrevistas com parlamentares constituintes e especialistas ligados à memória do Poder Legislativo.

“O que mais me marcou foi conhecer de perto os aspectos que distinguem a Constituição de Mato Grosso de outros textos. Guardadas as limitações da época, foi um texto que contou com uma participação popular considerável, tendo inclusive ouvido povos indígenas, o que é bastante surpreendente para o final dos anos 80”, destacou.

Ao incentivar colegas a participarem da nova edição, Safira ressalta o reconhecimento conquistado pela premiação.

“Vale muito a pena participar da próxima edição porque, apesar de ter sido lançado recentemente, já é um prêmio que conta com muito prestígio. É uma oportunidade de projeção profissional, já que se trata de um reconhecimento vindo do órgão máximo do Poder Legislativo estadual”.

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Para Marcy Monteiro, a premiação teve um significado especial por representar seu retorno aos concursos jornalísticos como repórter. “Ter o trabalho reconhecido e premiado foi muito importante para mim como profissional”.

Segundo ele, a reportagem ajudou a demonstrar a importância da participação popular na construção das leis que impactam o cotidiano dos cidadãos.

“Nossa reportagem tratava da Constituição de Mato Grosso. Então, não era apenas sobre uma lei, mas sobre o conjunto de leis. Mostramos como o povo pode ter voz nas discussões que vão determinar o desenvolvimento do Estado”.

Marcy acredita que iniciativas como essa contribuem para fortalecer a qualidade do jornalismo produzido em Mato Grosso. “Os prêmios de jornalismo são essenciais para a valorização da profissão. Eles nos estimulam a ousar, pesquisar e produzir material com mais profundidade e qualidade. Muitas vezes ficamos presos às matérias factuais, mas os prêmios permitem contar histórias e perpetuar fatos que poderiam acabar esquecidos”.

Empreendedorismo e superação O segundo lugar da categoria foi conquistado pelos jornalistas Kessillen Lopes e Rogério Júnior, do G1 Mato Grosso, com a reportagem “Da crise à retomada: como pequenos negócios sobreviveram na pandemia e alavancaram a economia de MT”.

O trabalho apresentou histórias de empreendedores que enfrentaram os desafios impostos pela pandemia e conseguiram transformar dificuldades em oportunidades, contribuindo para a retomada econômica do estado. Segundo Kessillen, o resultado é fruto de um longo processo de acompanhamento de dados, pesquisas e discussões sobre os impactos econômicos da pandemia.

“Essa reportagem já era algo pensado há algum tempo durante nossas trocas de ideias, levantamento de dados, acompanhamento de pesquisas e movimentações na ALMT, e, quando surgiu a premiação, foi hora de tirar tudo isso do papel. Participar e ter o trabalho reconhecido é algo que nos motiva a continuar contando histórias que inspiram”.

Conforme Rogério, a reportagem buscou apresentar uma visão equilibrada dos desafios enfrentados pelos empreendedores mato-grossenses. “A reportagem mostra um cenário bastante equilibrado de todas as dificuldades de se empreender num estado como Mato Grosso e, sobretudo, depois da pandemia”.

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Os jornalistas também ressaltam o papel da premiação no fortalecimento do jornalismo. “Isso ajuda a incentivar que mais reportagens sejam feitas e que a realidade dessas pessoas venha à tona, para ser debatido e discutido à luz dos fatos”, afirmou Rogério.

Proteção às mulheres – O terceiro lugar foi conquistado pelas jornalistas Cristiane Guerreiro e Dantielle Venturini, do Jornal A Gazeta, com a reportagem “Socorro na hora certa permite que mulheres narrem a própria história; AL pressiona Estado a cumprir leis que protegem as mulheres”.

A matéria abordou a violência doméstica e a importância das políticas públicas e das legislações voltadas à proteção das mulheres, especialmente por meio da Patrulha Maria da Penha.

Para Cristiane Guerreiro, o reconhecimento foi consequência de um trabalho construído com foco no interesse público. “Quando escrevemos a matéria, nossa intenção era abordar um tema relevante, que pudesse levar informação e conhecimento às mulheres vítimas de violência doméstica. Queríamos produzir algo que realmente contribuísse para transformar realidades. Por isso, receber esse reconhecimento foi uma grande alegria”.

Segundo ela, um dos principais desafios foi encontrar personagens que demonstrassem a dimensão do problema. “Os jornalistas muitas vezes são a voz de quem não tem voz. Uma premiação como essa valoriza o trabalho desenvolvido diariamente e fortalece o papel social da profissão”.

Dantielle Venturini destaca que a conquista teve um significado especial por ter sido sua primeira participação em uma premiação jornalística.

“Foi muito importante receber esse reconhecimento profissional. Não imaginava que pudesse vencer, porque temos muitos profissionais excelentes concorrendo. Fiquei muito feliz!”

Ela explica que a reportagem buscou mostrar como a atuação legislativa impacta diretamente a vida da população. “A gente escolheu um tema que fala sobre a criação da Patrulha Maria da Penha e trabalhou com mulheres monitoradas pela patrulha, mostrando a importância desse trabalho no cumprimento das medidas protetivas”.

Para a jornalista, a premiação também estimula pautas mais aprofundadas e relevantes. “Estimula o profissional a produzir pautas melhores, a buscar temas mais relevantes e a mostrar para a sociedade a importância do trabalho jornalístico. É importante pensar bem no tema, tentar sair do trivial, estruturar a reportagem e trabalhar com cuidado os personagens. E, principalmente, confiar no seu trabalho”.

Fonte: ALMT – MT

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