Mato Grosso

Programa Saúde e Bem-Estar do Governo de MT realiza mais de 21 mil atendimentos a servidores estaduais

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Lançado em abril de 2025, o programa Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), já contabiliza mais de 21.221 atendimentos a servidores do Poder Executivo estadual em apenas oito meses de funcionamento.

O programa oferece atendimentos especializados nas áreas de psicologia, orientação nutricional, endocrinologia, psiquiatria e ortopedia e traumatologia, consolidando um modelo de atenção integral à saúde do servidor. O foco está na prevenção e no controle do sobrepeso, da obesidade e das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como diabetes e hipertensão, por meio de ações estruturadas e contínuas.

As atividades incluem avaliações da composição corporal e dos fatores de risco, intervenções multidisciplinares baseadas em evidências científicas e monitoramento permanente dos indicadores de saúde ocupacional. Todo o atendimento é mediado pelas equipes setoriais de Saúde e Segurança do Trabalho dos órgãos estaduais.

Ao longo de 2025, também foram realizadas 12.645 aferições de saúde em 40 órgãos estaduais, todos localizados em Cuiabá. Entre eles, estão a própria Seplag, além da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Casa Civil.

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Para o secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, a iniciativa reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso com a promoção da saúde e da qualidade de vida no serviço público.

“O cuidado com o bem-estar do servidor é um compromisso da nossa gestão, que prioriza e incentiva a qualidade de vida, sempre com foco na saúde. Esses números demonstram o investimento contínuo em políticas de valorização do servidor público”, afirmou.

Segundo a secretária adjunta de Gestão de Pessoas, Lidiane Leite, os protocolos foram estruturados a partir da necessidade de promover ambientes de trabalho que priorizem tanto a saúde física quanto a saúde mental dos servidores.

“O programa Saúde e Bem-Estar promove a qualidade de vida por meio de ações preventivas e do incentivo a hábitos saudáveis, fortalecendo ambientes de trabalho mais humanos, produtivos e comprometidos com a valorização das pessoas e a eficiência da gestão pública”, destacou.

Já o coordenador de Gestão da Saúde e Segurança no Trabalho da Seplag, Flávio Jabra, ressaltou que os resultados alcançados superaram as expectativas iniciais.

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“Esses números demonstram o avanço e a ampliação das ações de saúde do servidor. Alcançamos resultados históricos e, hoje, conseguimos atender servidores de todas as regiões de Mato Grosso”, pontuou.

Os agendamentos dos serviços do programa Saúde e Bem-Estar estão disponíveis no Portal do Servidor, na aba Serviços de Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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