Mato Grosso

Projeto de lei do Prêmio de Jornalismo do Governo de MT deve ser votado na AL nesta quarta-feira (22)

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O projeto de lei que cria o Prêmio Anual de Jornalismo do Governo de Mato Grosso deve ir à segunda votação na sessão da Assembleia Legislativa (ALMT) desta quarta-feira (22.10). A iniciativa foi aprovada em primeira votação no dia 10 de setembro.

O prêmio, que homenageará o jornalista Ademar Andreola na primeira edição, foi anunciado no fim de junho deste ano pelo governador Mauro Mendes e a secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza.

O objetivo da premiação é reconhecer os bons profissionais, valorizá-los e incentivá-los à produção de conteúdos de qualidade, éticos e comprometidos com a verdade.

Poderão participar profissionais que se destacarem na cobertura jornalística de fatos que ressaltem e valorizem Mato Grosso.

Confira as categorias previstas para a premiação:

  • Jornal impresso: para reportagens em texto publicadas em jornais e revistas;

  • Internet: para reportagens publicadas em sites;

  • Vídeo: para reportagens veiculadas em canais de televisão ou publicados em plataformas digitais de vídeos, sendo possível também episódios de podcasts publicados em plataformas de vídeo;

  • Áudio: para reportagens em áudio veiculadas em emissoras de rádio, sendo também aceitos episódios de podcast publicados em plataformas de streamings;.

  • Fotografia: para a melhor foto ou série de fotos publicadas em veículo impresso ou digital. De forma excepcional, a categoria leva o nome do fotojornalista Marcos Vergueiro.

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As regras para participação, bem como os valores da premiação, serão especificados por meio de edital.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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