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Projeto Fundações de Portas Abertas será lançado em agosto

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) dá início, no dia 5 de agosto, ao projeto “Fundações de Portas Abertas”, uma iniciativa inédita que visa fortalecer o diálogo e a cooperação entre as fundações privadas de Cuiabá e Várzea Grande. A primeira edição será realizada na Fundação Uniselva, com início às 13h30, no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O projeto foi concebido em parceria pelo MPMT e as entidades do terceiro setor. “O formato das visitas será simples: o objetivo é promover um intercâmbio entre as fundações, permitindo que seus integrantes conheçam de perto a estrutura, o funcionamento e os serviços oferecidos por cada uma. O mais importante é que as pessoas que atuam no terceiro setor tenham a oportunidade de visitar esses espaços, compreender melhor os propósitos de cada entidade e, assim, identificar pontos de contato e possíveis parcerias futuras”, argumenta o promotor de Justiça Renê do Ó Souza, titular da 26ª Promotoria de Justiça Cível da Capital – especializada em Fazenda Pública e Fundações.Conforme o promotor de Justiça, a proposta é promover um espaço de escuta ativa, troca de experiências e construção coletiva de soluções para o aprimoramento do ecossistema fundacional no estado. A programação prevê uma série de visitas a instituições do terceiro setor ao longo do segundo semestre de 2025. A agenda inclui fundações com atuação nas áreas de educação, meio ambiente, assistência social e apoio institucional.Confira abaixo o calendário prévio de visitas do projeto Fundações de Portas Abertas:Agosto05/08 – Fundação Uniselva (UFMT) – 13h3015/08 – Fundação de Apoio ao Laboratório de Medicina (FALM)20/08 – Abrigo do Bom Jesus27/08 – Fundação de Apoio à Difusão Científica e Tecnológica (Funadif)Setembro03/09 – Fundação Há Uma EsperançaOutubro10/10 – Fundação Ecotrópica13/10 – Fundação Espírita Rachele Steingruber 17/10 – Fundação Bom Jesus24/10 – Fundação Educa Mais 28/10 – Fundação de Amparo à Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Mato Grosso (Fundaper) NovembroObras Sociais Seara de Luz (data a definir)Fundação de Apoio ao Corpo de Bombeiros (Fundabom) (data a definir)

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio

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A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.

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Foto: Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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